O início das fichas anestésicas

Tudo começou em 1895, com dois jovens médicos do Hospital da Universidade de Massachusetts, Ernest Codman e Harvey Cushing , os quais eram frequentemente “colocados” na posição de “tomar conta da anestesia”. Naquela época era comum os óbitos durante a anestesia, ainda que a anestesia com éter etílico fosse considerada uma dádiva, descoberta pouco mais de 50 anos atrás.

Os dois começaram a ficar incomodados e “sentir o peso” do óbito sobre seus ombros e decidiram traçar estratégias para correlacionar o número de óbitos com alguma coisa que pudessem lhes dar segurança no ato. Daí então começaram a monitorar os paciente, basicamente avaliando a frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura, além de anotarem também os protocolos anestésicos realizados.

Um fato interessante e que mudou muito o padrão de monitoração das fichas foi a introdução da avaliação da pressão arterial. Em 1901 Dr. Cushing conheceu o Dr. Riva-Rocci, o qual inventou a mensuração de pressão por meio do esfigmomanômetro aneroide. Daí já se tinha como monitorar a pressão arterial sistólica.

Quer saber mais? Então leia esse artigo do Dr. Gerald Zeitlin, o qual descreve com detalhes toda essa história!

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