{"id":2822,"date":"2022-10-02T08:46:07","date_gmt":"2022-10-02T11:46:07","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=2822"},"modified":"2023-02-11T15:46:15","modified_gmt":"2023-02-11T18:46:15","slug":"caes-braquicefalicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-braquicefalicos\/","title":{"rendered":"H\u00e1 diferen\u00e7as na anestesia de c\u00e3es braquicef\u00e1licos?"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-1733413724\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-1449834619\"><div id=\"advads-4273478096\"><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/contato\/\" aria-label=\"Anuncie-Aqui-1\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?w=1000&ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=300%2C41&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=768%2C105&ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=18%2C2&ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Escrito por: Marina Batista de Sousa e Adriano Carregaro<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?resize=800%2C450\" alt=\"\" class=\"wp-image-2836\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?resize=18%2C10&amp;ssl=1 18w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Thumbnail-braquicefalicos.jpg?w=1600 1600w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Essa d\u00favida sempre surge quando nos deparamos com c\u00e3es braquicef\u00e1licos que ser\u00e3o anestesiados. Mas, afinal, ser\u00e1 que h\u00e1 algum protocolo anest\u00e9sico especial ou cuidados espec\u00edficos para esses c\u00e3es nessas situa\u00e7\u00f5es?<\/p>\n\n\n\n<p>C\u00e3es braquicef\u00e1licos s\u00e3o caracterizados por um cr\u00e2nio encurtado rostrocaudalmente, o que resulta em um focinho curto. Essa conforma\u00e7\u00e3o tem como consequ\u00eancia excesso de tecidos moles no trato respirat\u00f3rio superior, o que geralmente gera dificuldade respirat\u00f3ria, chamada de s\u00edndrome das vias a\u00e9reas obstrutivas dos braquicef\u00e1licos.<\/p><div id=\"advads-1281546796\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ela \u00e9 caracterizada por deformidades anat\u00f4micas cong\u00eanitas das vias a\u00e9reas superiores, representadas por estenose nasal, prolongamento do palato mole e estreitamento da luz traqueal. S\u00e3o comumente encontradas em c\u00e3es das ra\u00e7as Shih Tzu, Pug, Buldogues Ingl\u00eas e Franc\u00eas, Boxer, Lhasa Apso, Malt\u00eas, Cavalier King Charles Spaniel, Pequin\u00eas e Boston Terrier.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas anormalidades dificultam o fluxo normal de ar atrav\u00e9s das vias a\u00e9reas, causando dificuldade respirat\u00f3ria, inspira\u00e7\u00e3o for\u00e7ada, cianose, tosse, engasgos, dispneia, intoler\u00e2ncia ao exerc\u00edcio e at\u00e9 s\u00edncope. Al\u00e9m disso, altera\u00e7\u00f5es esof\u00e1gicas e gastrointestinais s\u00e3o frequentemente observadas em c\u00e3es com problemas respirat\u00f3rios superiores, sendo o principal deles o refluxo gastroesof\u00e1gico, o qual acredita-se que esteja relacionado com press\u00f5es negativas altas intrator\u00e1cicas geradas para superar a obstru\u00e7\u00e3o da via a\u00e9rea superior, podendo ocorrer pneumonia por aspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">H\u00e1 algum protocolo anest\u00e9sico espec\u00edfico para c\u00e3es braquicef\u00e1licos?<\/h4>\n\n\n\n<p>A resposta \u00e9 n\u00e3o. A escolha dos f\u00e1rmacos depende do temperamento do animal, do procedimento cir\u00fargico a ser realizado, da gravidade do quadro respirat\u00f3rio e da familiaridade do anestesista com os medicamentos dispon\u00edveis. Nada de diferente de outro paciente. Por\u00e9m, credita-se \u00e0 acepromazina um poss\u00edvel agravamento na obstru\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas, por meio do relaxamento da musculatura far\u00edngea e do dec\u00fabito. Al\u00e9m disso, c\u00e3es da ra\u00e7a Boxer s\u00e3o mais sens\u00edveis aos efeitos desse medicamento, podendo ocorrer bradicardia e hipotens\u00e3o ligada \u00e0 sincope vasovagal. Assim, recomenda-se a utiliza\u00e7\u00e3o de doses baixas (&lt; 0,03 mg\/kg) para pacientes dessa ra\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso seja necess\u00e1ria seda\u00e7\u00e3o, a depender do temperamento do animal, agonistas alfa-2-adren\u00e9rgicos podem ser utilizados, como dexmedetomidina, devendo-se ser usada com cautela para evitar seda\u00e7\u00e3o intensa e consequente hipoventila\u00e7\u00e3o. A combina\u00e7\u00e3o com opioides \u00e9 bem-vinda pois, at\u00e9 o momento, n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es de que os opioides agravem o quadro de hipoventila\u00e7\u00e3o nesses animais.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00e9-oxigena\u00e7\u00e3o com m\u00e1scara facial, realizada por 3 minutos antes da indu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica, aumenta o tempo at\u00e9 a dessatura\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio, sendo ben\u00e9fica nos braquicef\u00e1licos. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 observado que que esses animais t\u00eam menores concentra\u00e7\u00f5es de oxig\u00eanio arterial quando acordados e em repouso, comparados a outras ra\u00e7as. <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/22574946\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Um estudo mostrou<\/a> que c\u00e3es braquicef\u00e1licos apresentaram PaO<sub>2<\/sub> significativamente menor (86,2 mmHg) e PaCO<sub>2<\/sub> maior (36,3 mmHg) quando comparados com c\u00e3es meso ou dolicocef\u00e1licos (PaO<sub>2<\/sub> = 100,2 mmHg e PaCO<sub>2<\/sub> = 32,7 mmHg). Por isso a pr\u00e9-oxigena\u00e7\u00e3o antes da anestesia \u00e9 essencial.<\/p>\n\n\n\n<p>Os medicamentos utilizados na indu\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o n\u00e3o diferem em nada dos praticados em outras ra\u00e7as. O importante \u00e9 sempre realizar intuba\u00e7\u00e3o orotraqueal r\u00e1pida e fornecer O<sub>2<\/sub> enriquecido para o paciente durante o procedimento. A <a href=\"http:\/\/Monitora\u00e7\u00e3o Anest\u00e9sica \u2013 Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico #13\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">monitora\u00e7\u00e3o<\/a> deve ser cuidadosa, como de costume, com especial aten\u00e7\u00e3o para <a href=\"http:\/\/Interpretando as ondas de Capnografia \u2013 NAVE Ondas #1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">hipercapnia<\/a> e hipoventila\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o habituais em braquicef\u00e1licos e podem ser intensificadas pela anestesia geral.<\/p>\n\n\n\n<p>A ventila\u00e7\u00e3o pode ser dificultada n\u00e3o s\u00f3 pelos medicamentos, mas tamb\u00e9m pelo posicionamento do paciente e obesidade, comum nessas ra\u00e7as. A hipoplasia traqueal e a intuba\u00e7\u00e3o endotraqueal com um tubo de di\u00e2metro pequeno tamb\u00e9m podem favorecer hipoventila\u00e7\u00e3o no decorrer da anestesia em fun\u00e7\u00e3o do aumento da resist\u00eancia das vias a\u00e9reas e do esfor\u00e7o inspirat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Cuidados p\u00f3s-anest\u00e9sicos<\/h4>\n\n\n\n<p>Um importante momento da anestesia nas ra\u00e7as braquicef\u00e1licas \u00e9 o per\u00edodo p\u00f3s-anest\u00e9sico. Em teoria, esses animais tem 4 vezes maior risco de complica\u00e7\u00f5es nesse momento, tendo em vista a obstru\u00e7\u00e3o respirat\u00f3ria que pode ocorrer ap\u00f3s a extuba\u00e7\u00e3o. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1186\/s12917-022-03301-9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Em um recente estudo<\/a>, a maioria dos Buldogues Ingleses que vieram a \u00f3bito, relacionados \u00e0 anestesia, foram causados por sequelas de complica\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias em at\u00e9 48 horas de p\u00f3s-operat\u00f3rio, principalmente causado por obstru\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas e regurgita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, ap\u00f3s a extuba\u00e7\u00e3o, \u00e9 ideal que os c\u00e3es braquicef\u00e1licos sejam posicionados em dec\u00fabito esternal e com o pesco\u00e7o estendido, facilitando a respira\u00e7\u00e3o. \u00c9 importante que o tubo endotraqueal permane\u00e7a por mais tempo no paciente durante a recupera\u00e7\u00e3o, ou que se tenha tubo endotraqueal dispon\u00edvel para reintuba\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia. Deve-se tamb\u00e9m observar o animal continuamente ap\u00f3s a extuba\u00e7\u00e3o e \u00e9 altamente recomendado a <a href=\"http:\/\/Oximetria de pulso (Onda Pletismogr\u00e1fica) \u2013 NAVE Ondas #2\">monitora\u00e7\u00e3o da SpO2<\/a> ao longo da recupera\u00e7\u00e3o. Caso necess\u00e1rio, a suplementa\u00e7\u00e3o de O<sub>2<\/sub> \u00e9 essencial. Em casos bem espec\u00edficos, de suspeita de doen\u00e7a das vias a\u00e9reas inferiores, broncodilatadores, como o salbutamol, podem ser ben\u00e9ficos na redu\u00e7\u00e3o do trabalho respirat\u00f3rio e na melhora do fluxo a\u00e9reo e da oxigena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">So...<\/h4>\n\n\n\n<p>Como visto, n\u00e3o h\u00e1 segredos na anestesia em braquicef\u00e1licos e o profissional deve estar preparado para prov\u00e1veis intercorr\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 parte ventilat\u00f3ria. A r\u00e1pida intuba\u00e7\u00e3o, correto fornecimento de O2 durante e ap\u00f3s o procedimento e adequada monitora\u00e7\u00e3o no per\u00edodo perianest\u00e9sico certamente trar\u00e1 sucesso ao procedimento nesses animais.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\" id=\"leia-tambem\">Read also about:<\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/cetamina-como-adjuvante-analgesico\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/naveondas\/onda-de-pressao-arterial\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/transfusao-em-caes-e-gatos\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/monitoracao-anestesica-anestesia-e-o-basico-13\/\">Monitora\u00e7\u00e3o Anest\u00e9sica \u2013 Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico #13<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/farmacologia_anestesicos-locais\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/procedimentos\/arteriopuncao-em-caes\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/2022-aaha_pain_management_guidelines\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-alfa2\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/naveondas\/oximetria-de-pulso\/\">Oximetria de pulso (Onda Pletismogr\u00e1fica) \u2013 NAVE Ondas #2<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/fisiopatologia-da-dor-anestesia-e-o-basico\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/monitoracao-anestesica-anestesia-e-o-basico-13\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-2\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/naveondas\/capnografia\/\">Interpretando as ondas de Capnografia \u2013 NAVE Ondas #1<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong><em>Find out more:<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Boesch RP et al. Relationship between upper airway obstruction and gastroesophageal reflux in a dog model. <em>J Invest Surg<\/em>, 18:241\u2013245,2005.<br>&#8211; Downing F, Gibson S. Anaesthesia of brachycephalic dogs. <em>J Small Anim Pract<\/em>, 59:725-733,2018.<br>&#8211; Emmerson T. Brachycephalic obstructive airway syndrome: a growing problem. <em>J Small Anim Pract<\/em>, 55:543\u2013544,2014.<br>&#8211; Gruenheid M et al. Risk of anesthesia-related complications in brachycephalic dogs. <em>J Am Vet Med Assoc<\/em>, 253:301-306,2018.<br>&#8211; Hoareau GL et al. Evaluation of arterial blood gases and arterial blood pressures in brachycephalic dogs. <em>J Vet Intern Med<\/em>, 26:897-904,2012.<br>&#8211; Muenster M et al. Gastro-oesophageal reflux disease in 20 dogs (2012 to 2014). <em>J Small Anim Pract<\/em>, 58:276-283,2017.<br>&#8211; Oda A et al. Perianesthetic mortality in English Bulldogs: a retrospective analysis in 2010 \u2013 2017. <em>BMC Vet Res<\/em>, 18:198,2022.<br>&#8211; Poncet CM et al. Prevalence of gastrointestinal tract lesions in 73 brachycephalic dogs with upper respiratory syndrome. <em>J Small Anim Pract<\/em>, 46:273-279,2005.<br>&#8211; Shaver SL et al. Evaluation of gastroesophageal reflux in anesthetized dogs with brachycephalic syndrome. <em>J Am Anim Hosp Assoc<\/em>, 53:24-31,2017.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? Share!<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Essa d\u00favida sempre surge quando nos deparamos com uma anestesia de um c\u00e3o braquicef\u00e1lico. 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