{"id":2745,"date":"2022-09-05T00:30:00","date_gmt":"2022-09-05T03:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=2745"},"modified":"2024-03-22T11:30:21","modified_gmt":"2024-03-22T14:30:21","slug":"anestesia-de-caes-diabeticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/anestesia-de-caes-diabeticos\/","title":{"rendered":"Cuidados na Anestesia de C\u00e3es Diab\u00e9ticos"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-3193507758\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-321793586\"><div id=\"advads-4126305041\"><a href=\"https:\/\/botupharmapet.com.br\/produto\/firovet-dog-pasta-oral\" aria-label=\"banner_firovet\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?w=1000&ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?resize=300%2C41&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?resize=768%2C105&ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?resize=18%2C2&ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Escrito por: Anna Elo\u00edsa Viana<\/em> <em>e Adriano Carregaro<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?resize=800%2C450\" alt=\"\" class=\"wp-image-2746\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?resize=18%2C10&amp;ssl=1 18w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?w=1600 1600w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A anestesia de c\u00e3es diab\u00e9ticos sempre gera d\u00favidas e discuss\u00e3o. A diabetes mellitus (DM) \u00e9 uma endocrinopatia comum em animais de companhia, de car\u00e1ter multifatorial, sist\u00eamico e cr\u00f4nico. Em c\u00e3es, ocorre devido \u00e0 defici\u00eancia de insulina, resultando em hiperglicemia e diversos outros sinais cl\u00ednicos que podem influenciar a anestesia. A defici\u00eancia de insulina pode ser decorrente de problemas relacionados a sua secre\u00e7\u00e3o, sua atua\u00e7\u00e3o ou ambos, causando dist\u00farbios no metabolismo de carboidratos, gordura e prote\u00ednas. Ela acomete geralmente c\u00e3es idosos (entre 7 e 9 anos) e apresenta maior incid\u00eancia em ra\u00e7as de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 dois tipos de DM: Tipo 1, que se refere \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o pancre\u00e1tica de c\u00e9lulas B; e tipo 2, na qual a secre\u00e7\u00e3o de insulina \u00e9 defeituosa e, geralmente, ocorre resist\u00eancia \u00e0 insulina. Os animais acometidos geralmente apresentam poli\u00faria, polidipsia, polifagia e emagrecimento, podendo tamb\u00e9m apresentar anorexia, letargia, v\u00f4mitos, diarreia e catarata. Para confirma\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico \u00e9 preciso detectar hiperglicemia (&gt; 250 mg\/dL) associada \u00e0 glicos\u00faria. Dentre as complica\u00e7\u00f5es poss\u00edveis tem-se as agudas, como hipoglicemia, cetoacidose diab\u00e9tica e&nbsp;s\u00edndrome hiperosmolar n\u00e3o-cetoacid\u00f3tica; nos casos cr\u00f4nicos observa-se retinopatia, nefropatia, insufici\u00eancia renal e neuropatias.<\/p><div id=\"advads-3215267956\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica do paciente diab\u00e9tico deve-se ter especial aten\u00e7\u00e3o na busca de informa\u00e7\u00f5es a respeito do tempo de dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, qu\u00e3o bem-sucedido est\u00e1 sendo o tratamento, se h\u00e1 doen\u00e7as concomitantes, qual \u00e9 a dieta habitual do paciente e se o mesmo faz uso de medicamentos. Deve-se atentar para a hidrata\u00e7\u00e3o, estado nutricional e sua condi\u00e7\u00e3o cardiovascular e renal. Ademais, nos exames pr\u00e9-operat\u00f3rios deve-se incluir a mensura\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial, eletrocardiograma, dosagem de ureia e creatinina, hemograma e urin\u00e1lise. Outros exames podem ser solicitados conforme a necessidade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Usar ou n\u00e3o insulina na pr\u00e9-anestesia?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O controle da glicemia n\u00e3o deve ser negligenciado no per\u00edodo perianest\u00e9sico. No dia anterior ao procedimento pode-se utilizar 75% da dose noturna de insulina, com o objetivo de reduzir a probabilidade do paciente apresentar hipoglicemia devido ao jejum pr\u00e9-anest\u00e9sico. Al\u00e9m disso, o jejum h\u00eddrico deve ser evitado, j\u00e1 que pode ocorrer poli\u00faria e polidipsia compensat\u00f3ria at\u00e9 mesmo em animais com diabetes bem controlada. <\/p>\n\n\n\n<p>No dia do procedimento, deve-se mensurar a glicemia para servir de ponto de refer\u00eancia durante a anestesia. Se a glicemia estiver abaixo de 100 mg\/dL, n\u00e3o deve ser administrada insulina e sim iniciar a infus\u00e3o de fluidos glicosados como por exemplo, a dextrose 2,5% a 5% ou de glicose 1 a 5%. Caso a glicemia esteja entre 100 e 250 mg\/dL administra-se 1\/4 da dose habitual de insulina e prioriza-se cristaloides glicosados (dextrose 2,5% a 5% ou de glicose 1 a 5%). J\u00e1 se a glicemia estiver acima de 250 mg\/dL, n\u00e3o deve ser fornecida fluidoterapia a base de glicose e deve ser administrada de 1\/3 a 1\/2 da dose habitual de insulina (Tabela 1).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"213\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/tabela-glicemia.png?resize=800%2C213\" alt=\"\" class=\"wp-image-2747\" style=\"width:918px;height:244px\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/tabela-glicemia.png?w=1010&amp;ssl=1 1010w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/tabela-glicemia.png?resize=300%2C80&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/tabela-glicemia.png?resize=768%2C205&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/tabela-glicemia.png?resize=18%2C5&amp;ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, o objetivo \u00e9 manter a glicemia entre 100 e 250 mg\/dL, sendo esta a faixa considerada adequada para o per\u00edodo perianest\u00e9sico. Mesmo que ela esteja acima de 100 mg\/dL, \u00e9 melhor um paciente com hiperglicemia discreta que hipoglicemia. Ainda, \u00e9 importante destacar que a dura\u00e7\u00e3o da insulina varia em fun\u00e7\u00e3o do organismo animal e tamb\u00e9m do tipo de insulina utilizada. As mais usadas s\u00e3o a insulina de a\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria (NPH, lente) e a insulina basal de a\u00e7\u00e3o lenta (PZI, insulina glargina, insulina detemir).<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Preciso fazer insulina durante a anestesia?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Em cirurgias entre 30 minutos e 1 hora n\u00e3o h\u00e1 necessidade de mensura\u00e7\u00e3o da glicemia. Ap\u00f3s isso, o ideal \u00e9 avaliarmos a concentra\u00e7\u00e3o de glicose a cada 1 hora, para mantermos as condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas plenas durante o ato. Isso pode ser feito facilmente durante a anestesia, utilizando uma agulha e glicos\u00edmetros port\u00e1teis. Caso o animal permane\u00e7a internado, a glicemia deve ser mensurada pelo menos a cada 3 horas.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>H\u00e1 alguma restri\u00e7\u00e3o de medicamentos no protocolo anest\u00e9sico?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Especificamente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 glicemia, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma contraindica\u00e7\u00e3o de f\u00e1rmacos para diab\u00e9ticos, j\u00e1 que os utilizados atualmente t\u00eam pequena interfer\u00eancia no metabolismo de carboidratos. Entretanto, essa escolha pode auxiliar na homeostase do animal no transoperat\u00f3rio ou ainda na sua recupera\u00e7\u00e3o no p\u00f3s-operat\u00f3rio. Assim, deve-se priorizar f\u00e1rmacos que sejam rapidamente metabolizados ou cuja a\u00e7\u00e3o possa ser revertida, al\u00e9m de evitar f\u00e1rmacos que causem \u00eamese e n\u00e1usea; tudo isso a fim de que o c\u00e3o diab\u00e9tico possa voltar a se alimentar e receber seu esquema de insulina normalmente o mais r\u00e1pido poss\u00edvel ap\u00f3s a anestesia. <\/p>\n\n\n\n<p>Um grupo que possa gerar d\u00favidas s\u00e3o os agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos, pois eles inibem a libera\u00e7\u00e3o de insulina das c\u00e9lulas beta-pancre\u00e1ticas de modo direto, promovendo um pico glic\u00eamico nos pacientes. Por\u00e9m isso n\u00e3o resulta em grave eleva\u00e7\u00e3o da glicemia. Caso o paciente esteja hiperglic\u00eamico, talvez o interessante seria evitar medicamentos desse grupo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-css-opacity\"\/>\n\n\n<div id=\"advads-1776958424\"><a href=\"https:\/\/botupharmapet.com.br\/produto\/firovet-dog-pasta-oral\" aria-label=\"banner_firovet\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?w=1000&#038;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?resize=300%2C41&#038;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?resize=768%2C105&#038;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner_firovet.png?resize=18%2C2&#038;ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>E no p\u00f3s-operat\u00f3rio?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo p\u00f3s-operat\u00f3rio o paciente deve ser encorajado a comer e beber espontaneamente quando j\u00e1 estiver em estado de alerta, assim como deve ser fornecida dieta de f\u00e1cil digest\u00e3o em pequenas quantidades e alta frequ\u00eancia. Se ele estiver em hiperglicemia, pode-se administrar pequenas doses adicionais de insulina de modo a manter a concentra\u00e7\u00e3o entre 150 a 250 mg\/dL. Quando o paciente se alimentando como de costume, o tratamento habitual de alimenta\u00e7\u00e3o e insulinoterapia pode ser retornado.<\/p>\n\n\n\n<p>Como vimos, tomando os cuidados normais de um procedimento anest\u00e9sico e a monitora\u00e7\u00e3o da glicemia no per\u00edodo perioperat\u00f3rio \u00e9 poss\u00edvel que c\u00e3es diab\u00e9ticos sejam anestesiados sem maiores complica\u00e7\u00f5es, ou seja, que passem pelos procedimentos cir\u00fargicos necess\u00e1rios de modo relativamente seguro como qualquer animal saud\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\" id=\"leia-tambem\">Read also about:<\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/cetamina-como-adjuvante-analgesico\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/naveondas\/onda-de-pressao-arterial\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/transfusao-em-caes-e-gatos\/\">Transfus\u00e3o em C\u00e3es e Gatos<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/farmacologia_anestesicos-locais\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/procedimentos\/arteriopuncao-em-caes\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/2022-aaha_pain_management_guidelines\/\">Pain Management Guidelines for Dogs and Cats - 2022 AAHA<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/fisiopatologia-da-dor-anestesia-e-o-basico\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/monitoracao-anestesica-anestesia-e-o-basico-13\/\"><\/a><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-2\/\">Analgesia por infus\u00e3o cont\u00ednua em c\u00e3es \u2013 Lidoca\u00edna, Cetamina e Associa\u00e7\u00f5es<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong><em>Find out more:<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Buttermann AE, Maze M. Alpha-2 adrenergic agonists in anesthesiology. <em>Sem Anesth, Periop Med Pain<\/em>, 15:27\u201340, 1996.<br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vin.com\/apputil\/content\/defaultadv1.aspx?meta=Generic&amp;pId=8768&amp;id=3850270\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Daminet S. Canine and feline diabetes mellitus<\/a><a href=\"https:\/\/www.vin.com\/apputil\/content\/defaultadv1.aspx?meta=Generic&amp;pId=8768&amp;id=3850270\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">.<\/a><a href=\"https:\/\/www.vin.com\/apputil\/content\/defaultadv1.aspx?meta=Generic&amp;pId=8768&amp;id=3850270\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> 28<sup>th<\/sup> World Small Animal Veterinary Association World Congress Proceedings, 2003<\/a>.<br>&#8211; Fischer BL. Endocrine Disease. In: Johnson RA <em>et al<\/em>. Canine and feline anesthesia and co-existing disease. 2<sup>nd<\/sup> ed. Wiley Blackwell, cap 9, 2022.<br>&#8211; Kadoi Y. Anesthetic considerations in diabetic patients. Part I: Preoperative considerations of patients with diabetes mellitus. <em>Journal of Anesthesia<\/em>, 24:739\u2013747, 2010.<br>&#8211; Mcanulty GR, Robertshaw HJ, Hall GM. Anaesthetic management of patients with diabetes mellitus. <em>Brit J Anaesth<\/em>, 85:80\u201390, 2000.<br>&#8211; Nichols R, Crenshaw KL. Complications and concurrent disease associated with diabetic ketoacidosis and other severe forms of diabetes mellitus. <em>Vet Clin N-Am: Small Anim Pract<\/em>, 25:617\u2013624, 1995.<br>&#8211; Poppl AG, Elizeire MB. Diabetes mellitus em c\u00e3es. In: Jeric\u00f3 MM et al. Tratado de Medicina Interna de C\u00e3es e Gatos. 1\u00aa ed. Roca, 5254-5297, 2015.<br>&#8211; Schaer M. Surgery in the diabetic pet. <em>Vet Clin N-Am: Small Anim Pract<\/em>, 25:651\u2013660, 1995.<br>&#8211; Venn RM <em>et al<\/em>. Effects of dexmedetomidine on adrenocortical function, and the cardiovascular, endocrine and inflammatory responses in post\u2010operative patients needing sedation in the intensive care unit. <em>Brit J Anaesth<\/em>, 86:650-656, 2001.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? Share!<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A anestesia de c\u00e3es diab\u00e9ticos sempre gera d\u00favidas e discuss\u00e3o. Nesse post n\u00f3s comentamos quais altera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas ocorrem na diabetes, respondemos a d\u00favida principal na anestesia desse paciente, que \u00e9 dar ou n\u00e3o insulina antes da anestesia e&#8230;<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":2746,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"colormag_page_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[143,3],"tags":[1067,1066,1068,1061,1063,1081,1060,1065,1064,1062],"class_list":["post-2745","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-caes-e-gatos","category-posts","tag-anestesia-em-caes-com-diabetes","tag-anestesia-em-caes-diabeticos","tag-anestesia-em-diabeticos","tag-cachorro-com-diabetes","tag-cao-diabetico","tag-complicacoes-anestesicas-em-caes-diabeticos","tag-diabetes-em-caes","tag-diabetes-mellitus-em-caes","tag-glicose-normal-de-cachorro","tag-insulina-para-cachorro"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Thumbnail-diabetes.jpg?fit=1920%2C1080&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2745","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2745"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2745\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3480,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2745\/revisions\/3480"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2746"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}