{"id":2029,"date":"2021-09-27T09:26:50","date_gmt":"2021-09-27T12:26:50","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=2029"},"modified":"2023-02-11T08:38:14","modified_gmt":"2023-02-11T11:38:14","slug":"fluidoterapia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/fluidoterapia\/","title":{"rendered":"Fluidoterapia &#8211; Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico #22"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-3764216881\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-3914525724\"><div id=\"advads-3105897272\"><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/contato\/\" aria-label=\"Anuncie-Aqui-1\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?w=1000&ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=300%2C41&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=768%2C105&ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=18%2C2&ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"2\u20e32\u20e3 FLUIDOTERAPIA NA VETERIN\u00c1RIA | Anestesia e\u0301 o Ba\u0301sico #22\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ICe8MWIHI08?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1 tripulantes do NAVE, tudo bem? Nessa videoaula n\u00f3s vamos abordar os conceitos b\u00e1sicos de Fluidoterapia, com especial aten\u00e7\u00e3o ao ato perianest\u00e9sico, focando em qual fluido utilizar e qual taxa de infus\u00e3o durante o procedimento. <\/p>\n\n\n\n<p>As solu\u00e7\u00f5es utilizadas na fluidoterapia s\u00e3o classificads em cristaloides ou coloides. Mas antes de abordarmos a diferen\u00e7a entre eles, precisamos determinar quando iniciar o tratamento, qual fluido adequado e taxa de infus\u00e3o. Tudo isso deve ser analisado para cada caso, pois n\u00e3o existe um tratamento padr\u00e3o. Devemos considerar o grau de desidrata\u00e7\u00e3o do paciente, perdas concomitantes, como v\u00f4mitos e diarreias, e perdas devido ao procedimento cir\u00fargico.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\"><strong><em>Sinais Cl\u00ednicos Observados em Desidrata\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Discreta (4-5%)<\/td><td>&#8211; Ressecamento de mucosas<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Moderada (6-8%)<\/td><td>&#8211; Pregueamento da pele<br>&#8211; Perda do brilho ocular<br>&#8211; Aumento no tempo de reperfus\u00e3o capilar<br>&#8211; Taquicardia<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Severa (&gt;10%)<\/td><td>&#8211; Pulso fraco<br>&#8211; Extremidades frias<br>&#8211; Hipotens\u00e3o<br>&#8211; Enoftalmia<br>&#8211; Depress\u00e3o<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Os valores de hemat\u00f3crito (Ht) e as prote\u00ednas plasm\u00e1ticas totais (PPT) tamb\u00e9m devem ser considerados e v\u00e3o nos ajudar nesse aspecto. Se esses valores estiverem elevados, podemos entender que o animal est\u00e1 desidratado. Por\u00e9m, apesar de importantes na avalia\u00e7\u00e3o do grau de desidrata\u00e7\u00e3o, valores normais n\u00e3o implicam necessariamente em normalidade. Por exemplo, se tivermos um paciente com an\u00eamico ou com hipoproteinemia e tamb\u00e9m desidratado, talvez o hemat\u00f3crito e as prote\u00ednas totais estejam normais, pois essas vari\u00e1veis estar\u00e3o concentradas no sangue. A seguir vamos destacar as principais solu\u00e7\u00f5es utilizadas em fluidoterapia.<\/p><div id=\"advads-4242732227\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"cristaloides\"><strong>Cristaloides<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Os cristaloides s\u00e3o solu\u00e7\u00f5es com capacidade de se difundirem atrav\u00e9s de todos os compartimentos do organismo e s\u00e3o divididas em hipot\u00f4nicas, isot\u00f4nicas e hipert\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n\n<p>As solu\u00e7\u00f5es hipot\u00f4nicas, como o Cloreto de S\u00f3dio 0,45% (NaCl 0,45%) ou glicose 5%, raramente s\u00e3o utilizadas para fluidoterapia durante a anestesia, pois s\u00e3o rapidamente deslocadas para o espa\u00e7o extravascular. Geralmente utilizamos essas solu\u00e7\u00f5es para dilui\u00e7\u00e3o de medicamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>As solu\u00e7\u00f5es isot\u00f4nicas s\u00e3o, sem d\u00favida, as mais empregadas. A <em>solu\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica<\/em> (NaCl 0,9%) \u00e9 formada apenas por \u00e1gua, s\u00f3dio e cloro. Apesar de ser isot\u00f4nica (osmolaridade = 308mOsm\/L), ela n\u00e3o \u00e9 balanceada, pois n\u00e3o h\u00e1 v\u00e1rios eletr\u00f3litos importantes, como c\u00e1lcio, pot\u00e1ssio e bicarbonato. O <em>Ringer simples<\/em> tem praticamente a mesma osmolaridade que a solu\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica (310mOsm\/L) mas \u00e9 um pouco mais equilibrado, contendo pot\u00e1ssio e c\u00e1lcio em concentra\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas \u00e0s do plasma. O <em>Ringer lactato<\/em> \u00e9 mais equilibrado pois, al\u00e9m dos componentes do Ringer simples, tamb\u00e9m tem lactato na sua formula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A <em>solu\u00e7\u00e3o hipert\u00f4nica<\/em> \u00e9 formada por uma concentra\u00e7\u00e3o elevad\u00edssima de NaCl (7,5%), atingindo 2400 mOsm\/L. Essa solu\u00e7\u00e3o rapidamente mobiliza fluido de outros compartimentos (transcelular e intracelular) para o interior dos vasos sangu\u00edneos, resultando em eleva\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial, retorno venoso e d\u00e9bito card\u00edaco. Por\u00e9m, esse efeito \u00e9 transit\u00f3rio, ao redor de 60-90 minutos. Assim, a solu\u00e7\u00e3o hipert\u00f4nica n\u00e3o \u00e9 um substituto das solu\u00e7\u00f5es isot\u00f4nicas, mas sim deve ser feita concomitantemente, nas doses de 4-5mL\/kg para c\u00e3es e gatos e 2-4mL\/kg para grandes animais, administrada durante 15 minutos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/soluc%CC%A7o%CC%83es.png?resize=741%2C303\" alt=\"\" class=\"wp-image-2032\" width=\"741\" height=\"303\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/soluc%CC%A7o%CC%83es.png?w=921&amp;ssl=1 921w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/soluc%CC%A7o%CC%83es.png?resize=300%2C123&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/soluc%CC%A7o%CC%83es.png?resize=768%2C315&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/soluc%CC%A7o%CC%83es.png?resize=18%2C7&amp;ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 741px) 100vw, 741px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Composi\u00e7\u00e3o dos principais fluidos cristaloides utilizados em fluidoterapia. Os valores de plasma foram considerados do c\u00e3o, apenas para t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"coloides\">Coloides<\/h4>\n\n\n\n<p>Os coloides s\u00e3o macromol\u00e9culas de elevado peso molecular, usadas para aumentar a press\u00e3o coloidosm\u00f3tica. As vantagens em rela\u00e7\u00e3o aos cristaloides \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o do volume intravascular por muito mais tempo, reduzindo a possibilidade de edema. Como desvantagens destacam-se o elevado custo, quando comparados aos cristaloides, principalmente para grandes animais, diminui\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o de calcio, levando a dist\u00farbios de coagula\u00e7\u00e3o e a possibilidade de fal\u00eancia renal. Outro fator importante \u00e9 que os coloides n\u00e3o podem ser considerados substitutos do sangue, ent\u00e3o, quando houver necessidade de eritr\u00f3citos, plaquetas ou fatores de coagula\u00e7\u00e3o, o correto \u00e9 hemoterapia, com o constituinte exato para a reposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As solu\u00e7\u00f5es de gelatina derivadas de col\u00e1geno bovino foram os primeiros coloides utilizados. Elas t\u00eam a capacidade de reter o mesmo volume de \u00e1gua infundido, mas por apenas 4 horas. Tamb\u00e9m podem causar rea\u00e7\u00f5es de hipersensibilidade em alguns casos. Por isso, hoje praticamente n\u00e3o s\u00e3o mais utilizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dextranos s\u00e3o mol\u00e9culas de 40.000 daltons (dextrano 40) e 70.000 daltons (dextrano 70) e, apesar do volume de reten\u00e7\u00e3o ser o mesmo das gelativas, a efetividade \u00e9 de 12 e 24 horas. J\u00e1 os hidroxietilamidos s\u00e3o mais novos e interferem menos na coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea que os anteriores. Eles geralmente aumentam o volume plasm\u00e1tico na mesma propor\u00e7\u00e3o que o volume infundido, mas tem efeitos mais prolongado que os dextranos (at\u00e9 36 horas), devido o maior peso molecular (70 e 80.000 daltons).<\/p>\n\n\n\n<p>Devemos lembrar que os coloides tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o substitutos dos cristaloides. Como destacado, eles tem apenas a finalidade de aumentar a press\u00e3o coloidosm\u00f3tica. Ent\u00e3o, o paciente deve receber cristaloides, normalmente, \u00e0 taxa pr\u00e9-determinada pela situa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e, caso necess\u00e1rio, tamb\u00e9m o coloide. Nesses casos, os coloides s\u00e3o administrados a uma taxa de no m\u00e1ximo 20mL\/kg\/dia, infundidos entre 2 a 3 horas. S\u00e3o contraindicados especialmente em nefropatas, cardiopatas, hepatopatas, em sepse, em pacientes com dist\u00farbios de coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea e com hipersensibilidade a amidos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qual Volume e Taxa?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante lembrarmos que na reposi\u00e7\u00e3o perioperat\u00f3ria n\u00f3s trabalhamos com taxa de infus\u00e3o, e n\u00e3o volume total. Atualmente \u00e9 recomendado iniciarmos infus\u00f5es com 3mL\/kg\/h para gatos, 5 mL\/kg\/h para c\u00e3es e equinos. Por\u00e9m, esses valores n\u00e3o s\u00e3o fixos, sendo considerados apenas valores \u201ciniciais\u201d e correspondem apenas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o h\u00eddrica. Se o paciente estiver desidratado ou ocorrer perda sangu\u00ednea no ato cir\u00fargico, isso deve ser considerado para a reposi\u00e7\u00e3o vol\u00eamica. Assim, a depender do caso e dos valores de prote\u00ednas plasm\u00e1ticas e hemat\u00f3crito, os animais podem receber infus\u00f5es de 10, 15 ou at\u00e9 20mL\/kg\/h.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/youtu.be\/ICe8MWIHI08\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Veja as informa\u00e7\u00f5es com detalhes no v\u00eddeo!<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\" id=\"leia-tambem\">Read also about:<\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/equilibrio-acido-base\/\">Acid-Base Balance  #21<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/farmacologia_anestesicos-locais\/\">Farmacologia dos Anest\u00e9sicos Locais \u2013 Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico #20<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/qual-a-relevancia-dos-exames-laboratoriais\/\">Qual a relev\u00e2ncia dos exames laboratoriais?<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">Find out more:<br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.aaha.org\/globalassets\/02-guidelines\/fluid-therapy\/fluidtherapy_guidlines_toolkit.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Davis et al. 2013 AAHA\/AAFP Fluid therapy guidelines for dogs and cats. <em>J Am Anim Hosp Assoc<\/em>, 49:149-159, 2013<\/a>.<br>&#8211; DiBartola S. Fluid, electrolyte, and acid-base disorders in small animal practice. 4th ed, 744p, 2011.<br>&#8211; <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.cvsm.2016.11.004\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fantoni D, Shih A. Perioperative fluid therapy. <em>Vet Clin Small Anim<\/em>, 47:423-434<\/a>. <br>&#8211; Teixeira-Neto FJ, Garofalo NA. Fluidoterapia, equil\u00edbrio \u00e1cido-base e eletrol\u00edtico em grandes animais. In: Luna SPL, Carregaro AB. Anestesia e Analgesia em Equ\u00eddeos, Ruminantes e Su\u00ednos, 1a ed, 33-52, 2019.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? Share!<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nessa videoaula n\u00f3s vamos abordar os conceitos b\u00e1sicos de Fluidoterapia, com especial aten\u00e7\u00e3o ao ato perianest\u00e9sico, focando em qual fluido utilizar e qual taxa de infus\u00e3o durante o procedimento. 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