{"id":2017,"date":"2021-09-20T15:26:33","date_gmt":"2021-09-20T18:26:33","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=2017"},"modified":"2023-09-04T19:26:36","modified_gmt":"2023-09-04T22:26:36","slug":"infusao-continua-em-caes-alfa2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-alfa2\/","title":{"rendered":"Analgesia por infus\u00e3o cont\u00ednua em c\u00e3es \u2013 Agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-1516492144\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-3767791793\"><div id=\"advads-3050566070\"><a href=\"https:\/\/rb.gy\/brmhh3\" aria-label=\"WhatsApp Image 2024-04-11 at 10.31.52\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?w=1000&ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?resize=300%2C41&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?resize=768%2C105&ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?resize=18%2C2&ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Escrito por: Bruna Sarri, Afonso Minato e Adriano Carregaro<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?resize=800%2C450\" alt=\"\" class=\"wp-image-2020\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?resize=18%2C10&amp;ssl=1 18w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?w=1600 1600w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Dando continuidade a nossa s\u00e9rie de posts sobre analgesia por infus\u00e3o cont\u00ednua em c\u00e3es, neste aqui iremos falar um pouco sobre o uso dos principais agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos. Se voc\u00ea n\u00e3o leu o primeiro post, sobre opioides, <a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/nave.vet.br\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes\/\">acesse aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os agonistas de receptores alfa-2 adren\u00e9rgicos s\u00e3o amplamente utilizados em pequenos animais devido ao evidente efeito sedativo e analg\u00e9sico, que se d\u00e1 principalmente pela ampla distribui\u00e7\u00e3o e variedade de receptores alfa-2, os quais est\u00e3o presentes n\u00e3o s\u00f3 no sistema nervoso central e perif\u00e9rico, como na maioria dos \u00f3rg\u00e3os e em locais extrassin\u00e1pticos, como veias, art\u00e9rias e plaquetas. A atua\u00e7\u00e3o desses medicamentos nos diferentes tipos de receptores alfa-2 resulta em uma gama de efeitos distintos, como analgesia espinhal, analgesia supraespinhal, bradicardia, vasoconstri\u00e7\u00e3o, altera\u00e7\u00f5es na press\u00e3o arterial e seda\u00e7\u00e3o. Maiores detalhes sobre o mecanismo de a\u00e7\u00e3o dos agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos, especialmente sobre o sistema cardiovascular, <a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/mpa-2-anestesia-e-o-basico\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/nave.vet.br\/video-aulas\/basico\/mpa-2-anestesia-e-o-basico\/\">podem ser vistos aqui<\/a>.<\/p><div id=\"advads-2008941204\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>O mecanismo antinociceptivo dos agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos n\u00e3o est\u00e1 totalmente esclarecido, mas s\u00edtios supraespinhais e espinhais est\u00e3o envolvidos. Por conta de sua localiza\u00e7\u00e3o difusa, a estimula\u00e7\u00e3o de receptores alfa-2 pode suprimir sinais nociceptivos em v\u00e1rias vias da dor, seja por (a) inibi\u00e7\u00e3o do neurotransmissor das fibras aferentes prim\u00e1rias para outras fibras secund\u00e1rias, (b) afetando a modula\u00e7\u00e3o pr\u00e9 e p\u00f3s-sin\u00e1ptica de sinais nociceptivos que ocorrem no corno dorsal espinhal, (c) interferir nos sistemas modulat\u00f3rios descendentes do tronco encef\u00e1lico, ou (d) alterar a modula\u00e7\u00e3o nociceptiva ascendente no dienc\u00e9falo e sistema l\u00edmbico. Assim, eles s\u00e3o interessantes op\u00e7\u00f5es para compor protocolos de analgesia multimodal e at\u00e9 mesmo atenuar ou reverter a alodinia que ocorre na dor neurop\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Em pequenos animais, os agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos liberados para uso s\u00e3o a xilazina, medetomidina e dexmedetomidina. Dentre esses, os mais utilizados como infus\u00e3o cont\u00ednua s\u00e3o a medetomidina e dexmedetomidina, especialmente por terem maior seletividade alfa-2 e proporcionarem analgesia de melhor qualidade, quando comparada com a xilazina, por exemplo. Especialmente a dexmedetomidina tem sido associada a redu\u00e7\u00f5es significativas no requerimento de anest\u00e9sicos gerais, tanto inalat\u00f3rios quanto injet\u00e1veis, melhorando a estabilidade transanest\u00e9sica e a qualidade na recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3ria dos animais.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"principais-agonistas-alfa-2-adrenergicos-administrados-por-infusao-continua-em-caes\">Principais Agonistas alfa-2 Adren\u00e9rgicos Administrados por Infus\u00e3o Cont\u00ednua em C\u00e3es<\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"medetomidina\">Medetomidina<\/h4>\n\n\n\n<p>A medetomidina \u00e9 uma mistura rac\u00eamica da dexmedetomidina (forma ativa) e levomedetomidina (forma inativa), frequentemente utilizada em c\u00e3es para promover seda\u00e7\u00e3o e potencializa\u00e7\u00e3o de f\u00e1rmacos anest\u00e9sicos e analg\u00e9sicos. A medetomidina apresenta seletividade entre os receptores alfa-2\/alfa-1 de 1620, sendo um f\u00e1rmaco extremamente seletivo, gerando menos efeitos simpatomim\u00e9ticos quando comparada \u00e0 xilazina. A infus\u00e3o cont\u00ednua de medetomidina \u00e9 utilizada para seda\u00e7\u00e3o e analgesia, tanto p\u00f3s-operat\u00f3ria como em pacientes hospitalizados, principalmente associada aos opioides.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Dose bolus<\/em>: A dose bolus recomendada \u00e9 de 2 a 10 \u00b5g\/kg, administrada via intravenosa ou intramuscular.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Infus\u00e3o cont\u00ednua<\/em>: Sugere-se doses entre 0,5 e 6 \u00b5g\/kg\/h, ap\u00f3s o bolus inicial. A taxa considerada mais segura e eficaz seria de 1,5 \u00b5g\/kg\/h, especialmente para pacientes hemodinamicamente est\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Poss\u00edveis<em>e efeitos adversos<\/em>: Bradicardia, arritmias e redu\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito card\u00edaco; aumento da resist\u00eancia vascular sist\u00eamica (vasoconstri\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica); letargia; hipertens\u00e3o; hipotens\u00e3o em doses altas; \u00eamese; aumento da concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica de glicose e poli\u00faria.<\/p>\n\n\n\n<p>Evitar: Cardiopatas, diab\u00e9ticos, hepatopatas, doentes renais e gestantes.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"dexmedetomidina\">Dexmedetomidina<\/h4>\n\n\n\n<p>A dexmedetomidina \u00e9 a forma ativa da medetomidina e, assim, apresenta mesma rela\u00e7\u00e3o de seletividade alfa-1\/alfa-2. Entretanto, por ser a forma pura, tem pot\u00eancia duas vezes maior, tornando-a muito potente. Sua ampla utiliza\u00e7\u00e3o em pequenos animais se deve \u00e0 sua capacidade de promover analgesia e seda\u00e7\u00e3o com menos sinais de depress\u00e3o respirat\u00f3ria quando comparada \u00e0 administra\u00e7\u00e3o de medetomidina ou mesmo xilazina em c\u00e3es. Na forma de infus\u00e3o cont\u00ednua, al\u00e9m de promover estabilidade hemodin\u00e2mica e analgesia p\u00f3s-operat\u00f3ria, tamb\u00e9m tem sido eficaz na redu\u00e7\u00e3o da dose de f\u00e1rmacos anest\u00e9sicos na indu\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da anestesia geral de c\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Dose bolus: <\/em>Recomenda-se um bolus de 1 a 5 \u00b5g\/kg, administrada por via intravenosa.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Infus\u00e3o cont\u00ednua: <\/em>\u00c9 recomendada taxa de infus\u00e3o de 0,5 a 2 \u00b5g\/kg\/h. Doses de at\u00e9 1 \u00b5g\/kg\/h podem ser utilizadas em per\u00edodos de at\u00e9 24 horas sem causar importantes altera\u00e7\u00f5es cardiopulmonares.<\/p>\n\n\n\n<p>Poss\u00edveis<em> efeitos adversos:<\/em> Os mesmos verificados com o uso da medetomidina.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Evitar: <\/em>Cardiopatas, diab\u00e9ticos, hepatopatas, doentes renais e gestantes.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"antagonistas\">Antagonistas<\/h4>\n\n\n\n<p>Os antagonistas dos receptores alfa-2 adren\u00e9rgicos, como a ioimbina (50 \u2013 200 \u00b5g\/kg) ou o atipamezole (100 \u2013 300 \u00b5g\/kg) s\u00e3o capazes de antagonizar farmacologicamente os efeitos sedativos, analg\u00e9sicos e cardiovasculares dos agonistas alfa-2 adren\u00e9rgicos, sendo o atipamezole o antagonista mais espec\u00edfico para isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da disponibilidade desses antagonistas trazer mais seguran\u00e7a aos protocolos analg\u00e9sicos, eles n\u00e3o devem ser administrados em todos os animais que receberam agonistas alfa-2. Antes de administrar o atipamezole \u00e9 necess\u00e1rio considerar o potencial de excita\u00e7\u00e3o do paciente, a perda de analgesia que ir\u00e1 ocorrer, e os poss\u00edveis efeitos cardiovasculares da administra\u00e7\u00e3o do reversor, como hipotens\u00e3o e taquicardia. Frequentemente, em animais com elevada resist\u00eancia vascular, especialmente provocada pelos agonistas alfa-2, a administra\u00e7\u00e3o intravenosa do antagonista pode resultar em r\u00e1pida vasodilata\u00e7\u00e3o, que se n\u00e3o estiver acompanhada do aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca e do d\u00e9bito card\u00edaco, gerar\u00e1 grave hipotens\u00e3o transit\u00f3ria. Para evitar esse intenso efeito hipotensivo, sugere-se utilizar subdoses e\/ou utilizar a via intramuscular.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\" id=\"leia-tambem\">Read also about:<\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/debito-cardiaco-vs-dex-ou-dex-atropina\/\">Dexmedetomidina vs. Dex\/Atropina no D\u00e9bito Card\u00edaco<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-2\/\">Analgesia por infus\u00e3o cont\u00ednua em c\u00e3es \u2013 Lidoca\u00edna, Cetamina e Associa\u00e7\u00f5es<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/mpa-2-anestesia-e-o-basico\/\">Premedication - Alpha 2 agonists and anticholinergics<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><em>Find out more:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">&#8211; <a href=\"https:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0106620\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0106620\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acevedo-Arcique et al. Lidocaine, dexmedetomidine and their combination reduce isoflurane minimum alveolar concentration in dogs. <em>PLoS One<\/em>, 9:e106620, 2014.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(20)30080-5\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(20)30080-5\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Akashi et al. Effects of constant rate infusions of dexmedetomidine, remifentanil and their combination on minimum alveolar concentration of sevoflurane in dogs. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 47:490-498, 2020.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/avmajournals.avma.org\/doi\/abs\/10.2460\/ajvr.75.11.964\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/avmajournals.avma.org\/doi\/abs\/10.2460\/ajvr.75.11.964\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">C\u00e2ndido et al. Effects of a dexmedetomidine constant rate infusion and atropine on changes in global perfusion variables induced by hemorrhage followed by volume replacement in isoflurane-anesthetized dogs. <em>Am J Vet Res<\/em>, 75:964-973, 2014.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30572-4\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30572-4\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Carter et al. The hemodynamic effects of medetomidine continuous rate infusions in the dog. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 37:197-206, 2010.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30192-1\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30192-1\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gutierrez\u2010Blanco et al. Postoperative analgesic effects of either a constant rate infusion of fentanyl, lidocaine, ketamine, dexmedetomidine, or the combination lidocaine\u2010ketamine\u2010dexmedetomidine after ovariohysterectomy in dogs. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 42:309-318, 2015.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30764-4\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30764-4\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lin et al. Dexmedetomidine constant rate infusion for 24 hours during and after propofol or isoflurane anaesthesia in dogs. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 35:141-153, 2008.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.jstage.jst.go.jp\/article\/jvms\/76\/6\/76_13-0407\/_article\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.jstage.jst.go.jp\/article\/jvms\/76\/6\/76_13-0407\/_article\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Moran-Mu\u00f1oz et al. Effects of lidocaine, dexmedetomidine, or their combination on the minimum alveolar concentration of sevoflurane in dogs. <em>J Vet Med Sci<\/em>, 76:847-853,2014.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30893-5\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30893-5\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Murrell JC, Hellebrekers LJ. Medetomidine and dexmedetomidine: a review of cardiovascular effects and antinociceptive properties in the dog. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 32:117-127, 2005.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(17)30250-7\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(17)30250-7\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Smith et al. Effect of dexmedetomidine on the minimum infusion rate of propofol preventing movement in dogs. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 44:1287-1295, 2017.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30717-6\/fulltext\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vaajournal.org\/article\/S1467-2987(16)30717-6\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Valtolina et al. Clinical evaluation of the efficacy and safety of a constant rate infusion of dexmedetomidine for postoperative pain management in dogs. <em>Vet Anaesth Analg<\/em>, 36:369-383, 2009.<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? 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Especialmente a dexmedetomidina tem sido associada a redu\u00e7\u00f5es significativas no requerimento de anest\u00e9sicos gerais, tanto inalat\u00f3rios quanto injet\u00e1veis, melhorando a estabilidade transanest\u00e9sica e a qualidade na recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3ria dos animais&#8230;<\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":2020,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"video","meta":{"give_campaign_id":0,"colormag_page_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[143,3],"tags":[73,889,890,880,329,887,884,667,886,882,888,885,883],"class_list":["post-2017","post","type-post","status-publish","format-video","has-post-thumbnail","hentry","category-caes-e-gatos","category-posts","tag-agonistas-alfa-2-adrenergicos","tag-alfa-2","tag-alpha-2","tag-analgesia-em-caes","tag-analgesia-multimodal","tag-analgesia-na-anestesia-em-caes","tag-analgesia-por-infusao-continua-em-caes","tag-analgesia-veterinaria","tag-analgesicos-em-caes","tag-analgesicos-para-caes","tag-constant-rate-infusion-in-dogs","tag-dor-e-analgesia-em-caes","tag-infusao-continua-em-caes","post_format-post-format-video"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Thumbnail-CRI-alfa2.png?fit=1920%2C1080&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2017","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2017"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2017\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3366,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2017\/revisions\/3366"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2020"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2017"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2017"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2017"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}