{"id":1900,"date":"2021-05-24T17:18:11","date_gmt":"2021-05-24T20:18:11","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=1900"},"modified":"2023-02-11T08:37:23","modified_gmt":"2023-02-11T11:37:23","slug":"farmacologia_anestesicos-locais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/farmacologia_anestesicos-locais\/","title":{"rendered":"Farmacologia dos Anest\u00e9sicos Locais \u2013 Anestesia e\u0301 o Ba\u0301sico #20"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-1024965276\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-2262374290\"><div id=\"advads-1268313958\"><a href=\"https:\/\/vetnar.com.br\/pos\/\" aria-label=\"Banner Vetnar &#8211; pos\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Banner-Vetnar-pos.gif?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"2\u20e30\u20e3 FARMACOLOGIA DOS ANEST\u00c9SICOS LOCAIS | Anestesia e\u0301 o Ba\u0301sico #20\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/D3n2eoAXkRo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1 tripulantes do NAVE, tudo bem? Nessa videoaula da webserie Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico n\u00f3s conversar sobre a Farmacologia dos Anest\u00e9sicos Locais, que comp\u00f5e uma das modalidades anest\u00e9sicas mais seguras que temos, a Anestesia Locorregional. <\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o advento da <a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/anestesia-inalatoria\/\" class=\"rank-math-link\">Anestesia Inalat\u00f3ria<\/a>, em 1846, a utiliza\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias que promovem anestesia local foi um dos grandes saltos na <a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/a-historia-da-anestesia-anestesia-e-o-basico\/\" class=\"rank-math-link\">Hist\u00f3ria da Anestesia<\/a>. Na verdade, a anestesia local teve origem centenas de anos antes, com os povos andinos, que utilizavam as folhas de coca em seus rituais. Em 1855 os qu\u00edmicos j\u00e1 conseguiam extrair a coca\u00edna das folhas de coca e eles j\u00e1 percebiam que ela dava certa dorm\u00eancia na l\u00edngua. Por\u00e9m, apenas em 1884 a coca\u00edna foi utilizada oficialmente como anest\u00e9sico local, pelo Dr. Carl Koller, para insensibilizar a c\u00f3rnea em cirurgias oft\u00e1lmicas. Por\u00e9m, devido seus efeitos indesej\u00e1veis, principalmente psicotr\u00f3picos e cardiovasculares, o uso da coca\u00edna foi descontinuado. <\/p>\n\n\n\n<p>Depois disso v\u00e1rios anest\u00e9sicos locais foram sintetizados, mas a qualidade da anestesia local s\u00f3 mudou ap\u00f3s a s\u00edntese da lidoca\u00edna, em 1948. Ela foi o primeiro anest\u00e9sico local derivado de amida e essa caracter\u00edstica deu maior estabilidade \u00e0 mol\u00e9cula e a n\u00e3o produ\u00e7\u00e3o do \u00e1cido para-aminobenzoico (PABA), sendo ent\u00e3o menos alerg\u00eanica.<\/p><div id=\"advads-4267273677\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"mecanismo-de-acao\">Mecanismo de A\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p>Os anest\u00e9sicos locais s\u00e3o subst\u00e2ncias que bloqueiam a condu\u00e7\u00e3o nervosa de forma revers\u00edvel, por bloqueio dos canais de s\u00f3dio nas fibras aferentes. Para que isso ocorra, a anest\u00e9sico local precisa penetrar a camada fosfolip\u00eddica, chegar \u00e0 por\u00e7\u00e3o interna do ax\u00f4nio e assim, impedir a troca de \u00edons pelos canais de s\u00f3dio. Uma informa\u00e7\u00e3o importante que precisamos lembrar \u00e9 que os anest\u00e9sicos locais s\u00e3o bases fracas. Assim, n\u00f3s vamos ter a forma molecular, que \u00e9 neutra e penetra facilmente a membrana fosfolip\u00eddica, e a forma protonada (carregada eletricamente), que n\u00e3o tem como penetrar na membrana.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse caso, o que temos \u00e9 que a forma neutra passa a camada fosfolip\u00eddica e chega \u00e0 por\u00e7\u00e3o interna da c\u00e9lula. Por\u00e9m, essa rela\u00e7\u00e3o entre formas moleculares e protonadas tamb\u00e9m tende a se manter no interior celular e isso \u00e9 muito importante, pois quem tem a caracter\u00edstica de bloquear o canal i\u00f4nico \u00e9 a forma protonada, impedindo a repolariza\u00e7\u00e3o celular.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/mecanismo-de-ac%CC%A7a%CC%83o-AL.png?resize=735%2C375\" alt=\"\" class=\"wp-image-1905\" width=\"735\" height=\"375\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/mecanismo-de-ac%CC%A7a%CC%83o-AL.png?w=933&amp;ssl=1 933w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/mecanismo-de-ac%CC%A7a%CC%83o-AL.png?resize=300%2C153&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/mecanismo-de-ac%CC%A7a%CC%83o-AL.png?resize=768%2C393&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/mecanismo-de-ac%CC%A7a%CC%83o-AL.png?resize=16%2C8&amp;ssl=1 16w\" sizes=\"(max-width: 735px) 100vw, 735px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mecanismo de a\u00e7\u00e3o dos anest\u00e9sicos locais. A forma molecular (B), que \u00e9 neutra, penetra a camada fosfolip\u00eddica. Parte dessas mol\u00e9culas se ligam a um pr\u00f3ton, para manter o equil\u00edbrio entre as formas. Nesse caso, a forma protonada, ou seja, carregada (BH<sup>+<\/sup>), \u00e9 que tem a capacidade de bloquear os canais de s\u00f3dio.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"sequencia-de-bloqueio\">Sequ\u00eancia de Bloqueio<\/h4>\n\n\n\n<p>A velocidade de bloqueio \u00e9 dependente da anatomia da fibra. As primeiras fibras a serem bloqueadas s\u00e3o as fibras C (finas e n\u00e3o mielinizadas) e Adelta (finas e mielinizadas), respons\u00e1veis principalmente pelos est\u00edmulos de dor e temperatura. Depois, h\u00e1 o bloqueio das fibras Abeta e Aalfa, que s\u00e3o mais grossas e mielinizadas e respons\u00e1veis pelas sensa\u00e7\u00f5es de tato, press\u00e3o e propriocep\u00e7\u00e3o. Assim, a ordem crescente de bloqueio \u00e9 sequenciada, ocorrendo a perda da sensa\u00e7\u00e3o de dor, calor, tato, press\u00e3o profunda e por fim, a motora. A volta da sensibilidade segue a sequ\u00eancia inversa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/fibras.png?resize=461%2C440\" alt=\"\" class=\"wp-image-1906\" width=\"461\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/fibras.png?w=902&amp;ssl=1 902w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/fibras.png?resize=300%2C287&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/fibras.png?resize=768%2C735&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/fibras.png?resize=13%2C12&amp;ssl=1 13w\" sizes=\"(max-width: 461px) 100vw, 461px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tipos de fibras sensoriais, de acordo com a espessura, velocidade de transmiss\u00e3o e tipo de receptores.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"principais-anestesicos\">Principais anest\u00e9sicos<\/h4>\n\n\n\n<p>Atualmente, h\u00e1 um n\u00famero razo\u00e1vel de anest\u00e9sicos locais, cada qual com uma caracter\u00edstica diferente. Na medicina veterin\u00e1ria s\u00e3o utilizados basicamente a lidoca\u00edna, bupivaca\u00edna e ropivacaina.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Lidoca\u00edna: Ainda \u00e9 o anest\u00e9sico mais utilizado na veterin\u00e1ria, principalmente por conta da sua versatilidade. Ela \u00e9 utilizada n\u00e3o s\u00f3 para bloqueios locorregionais, mas tamb\u00e9m como antiarr\u00edtmico (1 &#8211; 2 mg\/kg, IV) e analg\u00e9sico, nesse caso, administrado por infus\u00e3o intravenosa cont\u00ednua. <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=uAWdJzJsiM4\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">As taxas de infus\u00e3o podem ser consultadas no video.<\/a><br>&#8211; Bupivaca\u00edna: \u00c9 um anest\u00e9sico local de longa dura\u00e7\u00e3o, promovendo anestesia por mais de 6 horas. Por\u00e9m, tamb\u00e9m tem per\u00edodo de lat\u00eancia prolongado, por volta de 20 minutos, e toxicidade maior que a lidoca\u00edna. Uma caracter\u00edstica interessante da bupivaca\u00edna \u00e9 que ela promove bloqueio total das fibras sensitivas, C e Adelta, mas n\u00e3o das fibras Abeta. Ent\u00e3o, o paciente mantem certa autonomia motora, o que pode ser interessante em alguns casos.<br>&#8211; Ropivaca\u00edna: Tem praticamente as mesmas caracter\u00edsticas da bupivaca\u00edna, em per\u00edodo de lat\u00eancia, de a\u00e7\u00e3o e caracter\u00edsticas de bloqueio. Por\u00e9m, \u00e9 um pouco mais segura em rela\u00e7\u00e3o aos efeitos t\u00f3xicos. <\/p>\n\n\n\n<p>Cabe lembrar que a efetividade do bloqueio depende de v\u00e1rios fatores. Os principais s\u00e3o o volume administrado, lipossolubilidade, concentra\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o e o uso de vasoconstritor. Nesse caso merecem destaque a concentra\u00e7\u00e3o, que quanto maior, menor ser\u00e1 o per\u00edodo de lat\u00eancia e mais prolongada ser\u00e1 a anestesia, e o uso do vasoconstritor, que aumenta em aproximadamente 50% o per\u00edodo de a\u00e7\u00e3o. Destaca-se por\u00e9m que o uso de anest\u00e9sico local com vasoconstritor \u00e9 proibido em extremidades, pois pode causar necrose.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"toxicidade\">Toxicidade<\/h4>\n\n\n\n<p>Apesar da anestesia local ser considerada uma das modalidades anest\u00e9sicas mais seguras, h\u00e1 algumas possibilidades de complica\u00e7\u00f5es. Por isso devemos sempre saber qual a dose m\u00e1xima dos anest\u00e9sicos locais para cada esp\u00e9cie. Geralmente n\u00e3o precisamos usar tanto anest\u00e9sico, mas precisamos adequar o volume com uma boa margem de seguran\u00e7a, a fim de realizar a t\u00e9cnica locorregional e evitar qualquer possibilidade de intoxica\u00e7\u00e3o sist\u00eamica. Os principais sinais de intoxica\u00e7\u00e3o s\u00e3o referentes ao sistema nervoso central, promovendo depress\u00e3o, ataxia, ansiedade, convuls\u00f5es, inconsci\u00eancia, coma e at\u00e9 choque bulbar, e cardiovascular, promovendo depress\u00e3o do mioc\u00e1rdio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=uAWdJzJsiM4\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Veja as informa\u00e7\u00f5es com detalhes no v\u00eddeo!<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\" id=\"leia-tambem\">Read also about:<\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-2\/\"><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/equilibrio-acido-base\/\">Acid-Base Balance  #21<\/a><\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/anestesia-epidural-em-bovino\/\">Anestesia Epidural em Bovino<\/a><\/li><li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/infusao-continua-em-caes-2\/\">Analgesia por infus\u00e3o cont\u00ednua em c\u00e3es \u2013 Lidoca\u00edna, Cetamina e Associa\u00e7\u00f5es<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><em>Find out more:<\/em><br><a href=\"http:\/\/10.1111\/j.1476-4431.2012.00779.x\" class=\"rank-math-link\">&#8211; Bruchim et al. Evaluation of lidocaine treatment on frequency of cardiac arrhythmias, acute kidney injury, and hospitalization time in dogs with gastric dilatation volvulus. J Vet Emerg Crit Care, 22:419-427, 2021.<\/a><br>&#8211; Gallacci M et al. Anest\u00e9sicos Locais. In: Barros CM, Di Stasi LC. Farmacologia Veterin\u00e1ria. 169-177, 2012.<br><a href=\"http:\/\/10.1111\/j.1399-6576.2006.01169.x\" class=\"rank-math-link\">&#8211; Kapur et al. Neurologic and histologic outcome after intraneural injections of lidocaine in canine sciatic nerves. <em>Acta Anaesthesiol Scand<\/em>, 51:101-107, 2007.<\/a><br>&#8211; Luna SPL, Carregaro AB. Bloqueios Locorregionais em Equ\u00eddeos. In: Luna SPL, Carregaro AB. Anestesia e Analgesia de Equideos, Ruminantes e Su\u00ednos. 333-396, 2019.<br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1186\/1746-6148-9-199\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Nobrega-Neto PI et al. Cardiorespiratory and antinociceptive effects of two different doses of lidocaine administered to horses during a constant intravenous infusion of xylazine and ketamine. <em>BMC Vet Res<\/em>, 8:199, 2013.<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2460\/ajvr.72.4.446\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Rezende ML et al. Effects of intravenous administration of lidocaine on the minimum alveolar concentration of sevoflurane in horses. <em>AJVR<\/em>, 72:446-451, 2011.<\/a><br>&#8211; Santos PSP et al. Bloqueios Locorregionais em Ruminantes e Su\u00ednos. In: Luna SPL, Carregaro, AB. Anestesia e Analgesia de Equideos, Ruminantes e Su\u00ednos. 333-396, 2019.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? 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Clique aqui e veja!<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":1903,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"video","meta":{"give_campaign_id":0,"colormag_page_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2,1],"tags":[16,130,846,14,835,839,837,841,836,125,845,552,364,781,842,838,843,840,844],"class_list":["post-1900","post","type-post","status-publish","format-video","has-post-thumbnail","hentry","category-video-aulas","category-basico","tag-anestesia-local","tag-anestesia-local-veterinaria","tag-anestesia-locorregional-em-pequenos-animais","tag-anestesia-veterinaria","tag-anestesico-com-vasoconstritor","tag-anestesicos-locais-veterinaria","tag-bupivacaina","tag-farmacologia-de-los-anestesicos-locales","tag-farmacologia-dos-anestesicos-locais","tag-lidocaina","tag-mecanismo-de-acao-dos-anestesicos-locais","tag-medicina-veterinaria","tag-nave-anestesia","tag-naveabc","tag-pharmacology-local-anesthetics","tag-ropivacaina","tag-sequencia-de-bloqueio-local","tag-vasoconstritor","tag-xylocaina","post_format-post-format-video"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Thumbnail-aula-20.png?fit=1920%2C1080&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1900","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1900"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1900\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2950,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1900\/revisions\/2950"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1903"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1900"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1900"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1900"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}