{"id":1807,"date":"2021-04-26T08:14:56","date_gmt":"2021-04-26T11:14:56","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=1807"},"modified":"2023-09-01T17:04:39","modified_gmt":"2023-09-01T20:04:39","slug":"amantadina-na-dor-cronica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/caes-e-gatos\/amantadina-na-dor-cronica\/","title":{"rendered":"What do we know about amantadine in chronic pain in animals?"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-2605810936\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-486897326\"><div id=\"advads-2832816756\"><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/contato\/\" aria-label=\"Anuncie-Aqui-1\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?w=1000&ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=300%2C41&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=768%2C105&ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Anuncie-Aqui-1.jpg?resize=18%2C2&ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Escrito por:\u00a0<em>Amanda Pacheco<\/em><\/em>,\u00a0<em><em>Yuri Caetano e Adriano Carregaro<\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/amantadina.png?resize=800%2C450\" alt=\"\" class=\"wp-image-1808\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/amantadina.png?w=941&amp;ssl=1 941w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/amantadina.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/amantadina.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/amantadina.png?resize=16%2C9&amp;ssl=1 16w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A amantadina \u00e9 um f\u00e1rmaco que inicialmente se difundiu na medicina humana como antiviral e tamb\u00e9m como adjuvante para o tratamento da doen\u00e7a de Parkinson, a fim de diminuir os movimentos involunt\u00e1rios. O mecanismo de a\u00e7\u00e3o relativo \u00e0 essa doen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 inteiramente elucidado, por\u00e9m, acredita-se que a amantadina libere reservas neuronais de dopamina, neurotransmissor cuja defici\u00eancia est\u00e1 correlacionada \u00e0 etiologia do parkinsonismo. Al\u00e9m disso, sabe-se que este f\u00e1rmaco possui a\u00e7\u00e3o antagonista n\u00e3o competitiva nos receptores <strong>N-metil-D-aspartato (NMDA)<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento (e esse post foi feito em 2021) ainda n\u00e3o sabemos muitas coisas sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a amantadina e analgesia. O que temos de informa\u00e7\u00f5es, norteia o uso da amantadina como adjuvante no tratamento analg\u00e9sico em pacientes oncol\u00f3gicos e com dores cr\u00f4nicas.<\/p><div id=\"advads-1948817154\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"como-ela-atua-na-dor-cronica\"><strong>Como ela atua na dor cr\u00f4nica?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A dor cr\u00f4nica est\u00e1 associada \u00e0 mudan\u00e7as moleculares no sistema nervoso central que, devido \u00e0 sua neuroplasticidade, det\u00e9m uma capacidade de resposta mold\u00e1vel e vari\u00e1vel de acordo com os est\u00edmulos que sofre, podendo fazer com que est\u00edmulos perif\u00e9ricos tenham a\u00e7\u00e3o na sensibiliza\u00e7\u00e3o central.<\/p>\n\n\n\n<p>A agress\u00e3o tecidual persistente, como a que ocorre em casos de osteoartrite por exemplo, gera um efeito de despolariza\u00e7\u00e3o p\u00f3s-sin\u00e1ptica <strong>cumulativa<\/strong>, isto \u00e9, gera impulsos repetidos nas fibras nociceptivas A\u03b4 e C, promovendo aumento na libera\u00e7\u00e3o de glutamato e consequente <strong>ativa\u00e7\u00e3o dos receptores NMDA<\/strong>, localizados na medula espinhal. O est\u00edmulo cont\u00ednuo promove um mecanismo de <em>wind up<\/em> e n\u00e3o s\u00f3 as fibras A\u03b4 e C, mas tamb\u00e9m as fibras A\u03b2 s\u00e3o estimuladas, devido \u00e0 persist\u00eancia da dor. Este mecanismo ent\u00e3o gera a amplifica\u00e7\u00e3o de sinais n\u00e3o nocivos, fazendo com que o est\u00edmulo n\u00e3o doloroso passe a ser doloroso, gerando <strong>alodinia<\/strong>. Portanto, o mecanismo de a\u00e7\u00e3o da amantadina como antagonista dos receptores NMDA pode embasar seu uso na dor cr\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre os mecanismos da dor, acesse a <a class=\"rank-math-link\" href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/fisiopatologia-da-dor-anestesia-e-o-basico\/\">videoaula sobre a fisiopatologia da dor<\/a> dispon\u00edvel em nosso site!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"amantadina-como-adjuvante-analgesico-em-caes\"><strong>Amantadina <\/strong>como adjuvante analg\u00e9sico em c\u00e3es<\/h4>\n\n\n\n<p>Ainda h\u00e1 poucas evid\u00eancias de que a amantadina contribua efetivamente na analgesia da dor cr\u00f4nica em c\u00e3es<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/j.1939-1676.2007.0014.x\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">. Um interessante estudo<\/a> avaliou o efeito adjuvante deste f\u00e1rmaco no tratamento da dor cr\u00f4nica em animais com osteoartrite, os quais estavam sendo tratados com anti-inflamat\u00f3rio n\u00e3o esteroide, mais precisamente meloxicam. A administra\u00e7\u00e3o de meloxicam ocorreu por 21 dias, promovendo discreta melhora na dor em todos os pacientes. Ap\u00f3s este per\u00edodo, foi introduzida a amantadina no tratamento de 55% dos pacientes (17 de 31), com posologia de 3 a 5 mg\/kg, por mais 21 dias.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo mostrou melhora significativa dos pacientes que receberam amantadina, provavelmente devido ao <strong>efeito adjuvante do f\u00e1rmaco no al\u00edvio da dor<\/strong>. Nesses animais, foi observado aumento da capacidade de mobilidade, retorno \u00e0s atividades f\u00edsicas que haviam sido comprometidas pela osteoartrite (como subir escadas e subir na cama), al\u00e9m de redu\u00e7\u00e3o da claudica\u00e7\u00e3o, da dor gerada pelo suporte de peso e tamb\u00e9m redu\u00e7\u00e3o da resposta dolorosa \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores sugeriram tamb\u00e9m que a amantadina possa ser \u00fatil n\u00e3o apenas no tratamento da dor cr\u00f4nica ortop\u00e9dica, mas tamb\u00e9m no tratamento de dores cr\u00f4nicas advindas de outras fontes, devido ao mecanismo de redu\u00e7\u00e3o da sensibiliza\u00e7\u00e3o do sistema nervoso central. Contudo, esse assunto ainda \u00e9 meramente especulativo e h\u00e1 necessidade de estudos que melhor justifiquem e comprovem esta hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"amantadina-em-animais-selvagens\"><strong>Amantadina em Animais Selvagens<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O efeito analg\u00e9sico da amantadina foi <a class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/bioone.org\/journals\/journal-of-zoo-and-wildlife-medicine\/volume-47\/issue-1\/2013-0134.1\/MANAGEMENT-OF-OSTEOARTHRITIS-IN-A-GIANT-PANDA-iAILUROPODA-MELANOLEUCA-i\/10.1638\/2013-0134.1.short?tab=ArticleLink\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">relatado<\/a> em um panda-gigante (<em>Ailuropoda melanoleuca)<\/em> com&nbsp; 29 anos, 80 quilos, portador de osteoartrite. O manejo analg\u00e9sico inicial foi realizado apenas com carprofeno por\u00e9m, o mesmo n\u00e3o foi suficiente para manejar a dor do animal. Percebeu-se nitidamente queda na ingest\u00e3o de alimento e o animal permanecia em dec\u00fabito lateral para se alimentar devido \u00e0 dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Diversos f\u00e1rmacos, como a gabapentina e antidepressivos tric\u00edclicos, poderiam ter sido utilizados, mas foram desconsiderados devido aos efeitos sedativo e de letargia. Ent\u00e3o, a amantadina foi escolhida como adjuvante no manejo analg\u00e9sico. Ap\u00f3s 18 dias do in\u00edcio do tratamento, tempo necess\u00e1rio para titular a dose, foi verificada melhora no apetite e o animal foi classificado como clinicamente normal, sem sinais aparentes de dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Um outro <a class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.1111\/avj.13043\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">relato de caso recente<\/a> descreveu o tratamento analg\u00e9sico multimodal em um rinoceronte branco (<em>Ceratotherium simum<\/em>) de 38 anos, portador de osteoartrite cr\u00f4nica e dor neurop\u00e1tica nos membros tor\u00e1cicos. Diversos protocolos foram elaborados para o caso, incluindo uso de fenilbutazona, carprofeno e gabapentina em diferentes momentos, por\u00e9m nenhum protocolo gerou analgesia desejada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A adi\u00e7\u00e3o da amantadina ao protocolo com <u>fenilbutazona, gabapentina e glicosaminoglicano<\/u> promoveu melhora significativa no grau de claudica\u00e7\u00e3o, mobilidade e apetite. Por\u00e9m, o tratamento foi interrompido ap\u00f3s 2,5 meses, pois o animal desenvolveu claudica\u00e7\u00e3o profunda, relut\u00e2ncia em se mover e anorexia. Infelizmente o animal foi submetido \u00e0 eutan\u00e1sia e \u00e0 necropsia identificaram severas eros\u00f5es nas articula\u00e7\u00f5es e les\u00e3o renal, provavelmente agravadas pelo uso prolongado do AINE. Apesar do infeliz fim para o animal, a introdu\u00e7\u00e3o da amantadina sugere, mas n\u00e3o comprova, um interessante efeito deste medicamento na analgesia multimodal nesse caso.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"amantadina-isolada-para-dor-cronica\"><strong>Amantadina isolada para dor cr\u00f4nica? <\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Na veterin\u00e1ria, a amantadina ainda n\u00e3o havia sido testada de modo isolado. At\u00e9 que, em 2020, <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1177%2F1098612X20967639\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">foi publicado um estudo<\/a> abrangendo o uso da amantadina isoladamente para melhorar a mobilidade e qualidade de vida de <strong>gatos portadores de osteoartrite.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os gatos receberam 5 mg\/kg de amantadina, a cada 24h, durante tr\u00eas semanas e o impacto do tratamento foi avaliado pelos tutores. N\u00e3o foi notada diferen\u00e7a estat\u00edstica entre os animais tratados com amantadina ou placebo por\u00e9m, os tutores dos gatos que receberam amantadina perceberam alguma melhora ao longo do tratamento, ou seja, comparando com a semana anterior. Contudo, eles tamb\u00e9m observaram diminui\u00e7\u00e3o da atividade geral dos animais, com menor movimenta\u00e7\u00e3o dos mesmos pela casa. Nesse caso, os autores consideraram que a letargia pode ser um efeito <strong>adverso da amantadina nesta esp\u00e9cie<\/strong>. Esse efeito tamb\u00e9m foi reportado no tratamento de depress\u00e3o em humanos, por\u00e9m esta foi a primeira vez em que&nbsp; foi evidenciada seda\u00e7\u00e3o nessa&nbsp; esp\u00e9cie animal, ap\u00f3s a administra\u00e7\u00e3o do f\u00e1rmaco, tornando <strong>question\u00e1vel seu uso como analg\u00e9sico para gatos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"mas-e-entao-a-amantadina-funciona\"><strong>Mas e ent\u00e3o, a amantadina funciona?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Os estudos dispon\u00edveis demonstram que a amantadina promove melhora analg\u00e9sica quando utilizada como <strong>adjuvante analg\u00e9sico<\/strong> em terapias tradicionais. Essas evid\u00eancias s\u00e3o baseadas no mecanismo de a\u00e7\u00e3o da amantadina, o que respalda o uso na dor cr\u00f4nica, \u00c9 importante lembrarmos que esse f\u00e1rmaco n\u00e3o tem efeito imediato e a dose deve ser titulada, para que o animal tenha melhora analg\u00e9sica, sem efeitos indesej\u00e1veis. Por\u00e9m, ainda s\u00e3o poucos os estudos que comprovem essa efic\u00e1cia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aproveite e veja a playlist completa sobre <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLjCHeRFiW1DjHMveytCh25DmXQbjnifas\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dor e Analgesia<\/a>!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\" id=\"leia-tambem\">Read also about:<\/h6>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/firocoxibe-para-osteoartrite-em-caes\/\">Firocoxibe para osteoartrite em c\u00e3es<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/diretrizes-da-wsava-para-tratamento-da-dor-em-caes-e-gatos\/\">Guia gr\u00e1tis para reconhecimento e tratamento da dor em c\u00e3es e gatos<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/posts\/um-pouco-sobre-dor-e-analgesia-em-caes-e-gatos\/\">Guia Sobre Tratamento da Dor Em Pequenos Animais<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><em>Find out more:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.neuropharm.2011.04.030\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u2013 Bernardino O et al. Amantadine protects dopamine neurons by a dual action: Reducing activation of microglia and inducing expression of GNDF in astroglia, <em>Neuropharmacol<\/em>,&nbsp; 61:574-582, 2011.<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1638\/2013-0134.1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Fernando N et al. Management of osteoarthritis in a giant panda (<em>Ailuropoda melanoleuca<\/em>) with multimodal therapy including amantadine sulphate.<em> J Zoo Wild Med, <\/em>47:325-328, 2016.<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/avj.13043\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Gardner BR, Rourke NL. Multimodal analgesia in a Southern White Rhinoceros (<em>Ceratotherium simum<\/em>) with pentosan polysulfate, gabapentin, amantadine and phenylbutazone to manage chronic pain. <em>Aust Vet J<\/em>, 99:86\u201388, 2121.<\/a><br>&#8211; <a class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/j.1939-1676.2007.0014.x\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lascelles BDX et al. Amantadine in a multimodal analgesic regimen for alleviation of refractory osteoarthritis pain in dogs. <em>J Vet Int Med<\/em>, 22:53-59, 2008.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/jvp.12190\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Norkus C et al. Pharmacokinetics of oral amantadine in greyhound dogs. <em>J Vet Pharmacol Therap<\/em>, 38:305\u2013308, 2014.<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/S0034-70942007000100011\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Rocha APC et al. Dor: aspectos atuais da sensibiliza\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica e central. <em>Rev Bras Anestesiol,<\/em> 57:94-105, 2007.<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1177%2F1098612X20967639\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Shipley H et al. Owner evaluation of quality of life and mobility in osteoarthritic cats treated with amantadine or placebo. <em>J Fel Med Surg<\/em>, 1-7, 2020.<\/a><br><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.15520\/jcmro.v3i10.353\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8211; Smith RG. An argument for the use of amantadine to treat complex regional pain syndrome. <em>J Cur Med Res Op<\/em>, 3:692\u2212701, 2020.<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? Share!<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A amantadina inicialmente se difundiu na medicina humana como antiviral e adjuvante para o tratamento da doen\u00e7a de Parkinson, mas vem sendo tamb\u00e9m utilizada como adjuvante analg\u00e9sico. At\u00e9 o momento, na veterin\u00e1ria, ainda n\u00e3o sabemos muitas coisas sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a amantadina e analgesia. 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