{"id":1330,"date":"2020-11-16T18:42:15","date_gmt":"2020-11-16T21:42:15","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=1330"},"modified":"2024-03-02T16:45:02","modified_gmt":"2024-03-02T19:45:02","slug":"anestesia-inalatoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/anestesia-inalatoria\/","title":{"rendered":"Anestesia Inalat\u00f3ria &#8211; Anestesia e\u0301 o Ba\u0301sico #16"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-3590278369\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-1106449287\"><div id=\"advads-2523133890\"><a href=\"https:\/\/www.sdamed.com\/\" aria-label=\"Banner-SDAMed NAVE\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Banner-SDAMed-NAVE-1.gif?fit=496%2C68&#038;ssl=1\" alt=\"\"  width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"1\u20e36\u20e3 ANESTESIA INALAT\u00d3RIA | Anestesia e\u0301 o Ba\u0301sico #16\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/act8BPb4JFU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1 tripulantes do NAVE, tudo bem? Nessa aula da webserie &#8220;Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico&#8221; vamos conversar sobre &#8220;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=act8BPb4JFU\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Anestesia Inalat\u00f3ria<\/a>&#8220;. <\/p>\n\n\n\n<p>Desde Thomas Green Morton, a anestesia inalat\u00f3ria vem sendo uma das principais t\u00e9cnicas anest\u00e9sicas utilizadas, seja na medicina ou na veterin\u00e1ria. Ela tem uma caracter\u00edstica \u00fanica, que \u00e9 a de ser administrada exclusivamente por via pulmonar e tamb\u00e9m de ser eliminadas basicamente pela mesma via.<\/p>\n\n\n\n<p>Como vantagens, principalmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 <a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/webseries\/basico\/tiva-anestesia-total-intravenosa-anestesia-e-o-basico-14\/\" class=\"rank-math-link\">Anestesia Total Intravenosa<\/a> a facilidade em quantificar e mudar a concentra\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sico fornecido ao paciente, facilitando as mudan\u00e7as de planos anest\u00e9sicos, proporcionar recupera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e praticamente n\u00e3o sofrer biotransforma\u00e7\u00e3o.<\/p><div id=\"advads-67610994\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Basicamente, durante mais de 100 anos a base da anestesia inalat\u00f3ria era realizada com o \u00e9ter, clorof\u00f3rmio e ciclopropano. Em 1956 surgiu o halotano, considerado, na pr\u00e1tica, o primeiro anest\u00e9sico inalat\u00f3rio n\u00e3o inflam\u00e1vel. Por\u00e9m, ele tem elevada biotransforma\u00e7\u00e3o, v\u00e1rios efeitos indesej\u00e1veis e ainda corro\u00ed o equipamento de anestesia. Isso fez com que o halotano perdesse espa\u00e7o para o isoflurano e o sevoflurano. O desfluorano tem uso restrito na medicina veterin\u00e1ria, basicamente em pesquisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que possamos entender como a anestesia inalat\u00f3ria funciona, temos que entender um pouco sobre as caracter\u00edsticas f\u00edsico-qu\u00edmicas desses agentes.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"caracteristicas-fisico-quimicas\"><strong>CARACTER\u00cdSTICAS FISICO-QU\u00cdMICAS<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"pressao-de-vapor\">Press\u00e3o de vapor<\/h5>\n\n\n\n<p>A press\u00e3o de vapor do anest\u00e9sico \u00e9 importante pois vai nos dizer qual deles \u00e9 mais f\u00e1cil de ser vaporizado. Quanto maior a press\u00e3o de vapor, mais f\u00e1cil ser\u00e1 vaporizar o anest\u00e9sico. Por exemplo, o isoflurano \u00e9 mais f\u00e1cil de ser vaporizado (240mmHg) quando comparado ao sevoflurano (160mmHg). Temos que lembrar que a temperatura e a press\u00e3o barom\u00e9trica podem influenciar a vaporiza\u00e7\u00e3o; quanto maior a temperatura ambiente, mais f\u00e1cil vaporizar. O inverso ocorre com a press\u00e3o barom\u00e9trica: Quanto menor, mais f\u00e1cil vaporizar. Por isso que \u00e9 importante termos vaporizadores calibrados, pois eles compensam essas varia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"solubilidade\">Solubilidade<\/h5>\n\n\n\n<p>A <strong>s<\/strong>olubilidade \u00e9 importante para entendermos sobre o ponto de equil\u00edbrio do anest\u00e9sico em cada meio biol\u00f3gico. Aqui vamos destacar o coeficiente de parti\u00e7\u00e3o sangue\/g\u00e1s (Cp<sup>s<\/sup>\/<sub>g<\/sub>). Ele \u00e9 um valor que mostra qual \u00e9 o equil\u00edbrio entre as concentra\u00e7\u00f5es de anest\u00e9sico entre o sangue e os alv\u00e9olos. No caso, quanto maior o Cp<sup>s<\/sup>\/<sub>g<\/sub>, mais demorado ser\u00e1 para saturar o sangue e, com isso, mais lenta ser\u00e1 a indu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica. O mesmo ocorre com o retorno anest\u00e9sico. Assim, a indu\u00e7\u00e3o com halotano \u00e9 mais lenta que com isoflurano, que \u00e9 mais lenta que com sevoflurano.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"concentracao-alveolar-minima\">Concentra\u00e7\u00e3o Alveolar M\u00ednima<\/h5>\n\n\n\n<p>A CAM \u00e9 a concentra\u00e7\u00e3o m\u00ednima necess\u00e1ria para abolir a resposta motora frente a um est\u00edmulo doloroso supram\u00e1ximo em 50% dos indiv\u00edduos. Ela \u00e9 determinada por estudos, em que os pacientes n\u00e3o recebem nenhum medicamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada esp\u00e9cie tem um valor de CAM, para cada agente. Apenas como exemplo, a CAM do iso para c\u00e3es \u00e9 de 1,3V%; j\u00e1 o sevo, 2,3V%. Esse valor nos mostra que precisamos de mais sevoflurano, comparativamente ao isoflurano, para manter o animal em anestesia. Por\u00e9m, n\u00f3s n\u00e3o queremos anestesia apenas 50% dos pacientes. Ent\u00e3o, em teoria precisamos de 1,3CAM para manter os animais anestesiados.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse valor obviamente \u00e9 te\u00f3rico pois n\u00e3o anestesiamos os animais apenas com o agente inalat\u00f3rio. Assim, o fornecimento necess\u00e1rio de anest\u00e9sico durante a anestesia ter\u00e1 v\u00e1rios fatores envolvidos, basicamente relacionados \u00e0 associa\u00e7\u00e3o de medicamentos e a fisiologia do paciente.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"efeitos-fisiologicos\"><strong>Efeitos Fisiol\u00f3gicos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"mecanismo-de-acao\">Mecanismo de a\u00e7\u00e3o<\/h5>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento n\u00e3o se tem certeza do mecanismo de a\u00e7\u00e3o deles. Sabe-se apenas que eles promovem depress\u00e3o generalizada do c\u00e9rebro, estimulando neur\u00f4nios inibit\u00f3rios, como os Gaba, e inibindo os excitat\u00f3rios, como os glutamat\u00e9rgicos, NMDA, AMPA e serotonin\u00e9rgicos.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"sistema-cardiovascular\">Sistema cardiovascular<\/h5>\n\n\n\n<p>A depress\u00e3o cardiovascular promovida pelos anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios \u00e9 dose-dependente e, comparativamente, \u00e9 maior que a obtida na TIVA. Verifica-se queda de press\u00e3o arterial, volume sist\u00f3lico e d\u00e9bito-card\u00edaco. O efeito com o halotano \u00e9 mais pronunciado que com o isoflurano. O sevoflurano \u00e9 o melhor dos tr\u00eas nesse aspecto.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"sistema-respiratorio\">Sistema respirat\u00f3rio<\/h5>\n\n\n\n<p>Basicamente todos os anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios promovem depress\u00e3o respirat\u00f3ria, dose-dependente. No caso, o isoflurano deprime menos que o sevoflurano, que deprime menos que o desfluorano.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator aligncenter has-css-opacity\"\/>\n\n\n<div id=\"advads-2882133032\"><a href=\"https:\/\/rb.gy\/brmhh3\" aria-label=\"WhatsApp Image 2024-04-11 at 10.31.52\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?w=1000&#038;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?resize=300%2C41&#038;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?resize=768%2C105&#038;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-11-at-10.31.52.jpeg?resize=18%2C2&#038;ssl=1 18w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"toxicidade\"><strong>Toxicidade<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"hepatica\">Hep\u00e1tica<\/h5>\n\n\n\n<p>O halotano tem, em m\u00e9dia, 25% de biotransforma\u00e7\u00e3o, que gera o \u00e1cido trifluoroac\u00e9tico, que \u00e9 hepatot\u00f3xico. O halotano ainda promove diminui\u00e7\u00e3o do fluxo sangu\u00edneo hep\u00e1tico e hepatite imunomediada. Esses efeitos indesej\u00e1veis s\u00e3o raramente vistos quando utilizamos isoflurano, sevovoflurano ou desfluorano. A taxa de biotransforma\u00e7\u00e3o do isoflurano \u00e9 de 0,2%, do sevoflurano 5% e do desfluorano 0,02%. Apesar da maior taxa do sevoflurano, ele gera fluoretos inorg\u00e2nicos, inertes para o organismo.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"hipertermia-maligna\">Hipertermia maligna<\/h5>\n\n\n\n<p>A hipertermia maligna \u00e9 uma s\u00edndrome farmacogen\u00e9tica, causada por anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios e bloqueadores neuromusculares. H\u00e1 alguns grupos de animais que podem, geneticamente, desenvolver hipertermia maligna durante a anestesia inalat\u00f3ria. Os principais sinais cl\u00ednicos s\u00e3o hipertermia, taquicardia, sudorese e rigidez muscular. H\u00e1 diversos relatos com o uso de halotano (mais um ponto negativo para ele) mas bem raros com o iso e sevo. Quando ocorre, a taxa de \u00f3bito \u00e9 bem elevada mas pode ser tratada, com resfriamento do paciente e uso de dantrolene, desde que rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"poluicao-ambiental\"><strong>Polui\u00e7\u00e3o Ambiental<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A polui\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 uma grande desvantagem da anestesia inalat\u00f3ria, que promove n\u00e3o s\u00f3 a polui\u00e7\u00e3o do ambiente cir\u00fargico como da atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"ambiente-cirurgico\">Ambiente cir\u00fargico<\/h5>\n\n\n\n<p>At\u00e9 a d\u00e9cada de 1970 praticamente n\u00e3o havia sistemas de remo\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios nos ambientes cir\u00fargicos. Atualmente \u00e9 mandat\u00f3rio e pode ser realizado com sistemas simples de remo\u00e7\u00e3o, como os passivos, feitos como uma simples mangueira, conectando a v\u00e1lvula de escape a uma sa\u00edda externa.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, ainda h\u00e1 outras possibilidades de escape anest\u00e9sico que n\u00e3o pela v\u00e1lvula de escape, como a indu\u00e7\u00e3o por m\u00e1scara, vazamento da sonda endotraqueal, vazamentos no sistema anest\u00e9sico, perda no ato de preenchimento do vaporizador e, principalmente, no retorno da anestesia; mais ainda se pensarmos em grandes animais.<\/p>\n\n\n\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o da sala cir\u00fargica pode gerar problemas na equipe cir\u00fargica, como d\u00e9ficit cognitivo, motor, n\u00e1useas, cefaleia, irrita\u00e7\u00e3o dentre outros. Ainda que alguns estudos verifiquem maior taxa de aborto em mulheres que trabalham em ambiente cir\u00fargico, n\u00e3o foram verificados nem atividade teratog\u00eanica, nem mutag\u00eanica.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"atmosfera\">Atmosfera<\/h5>\n\n\n\n<p>O halotano cont\u00e9m bromo e cloro na sua mol\u00e9cula, e o isofluorano (cont\u00e9m cloro) agridem a camada de oz\u00f4nio. J\u00e1 o sevo e desfluorano n\u00e3o promovem esse efeito. Em rela\u00e7\u00e3o ao efeito estufa, todos os anest\u00e9sicos contribuem nesse aspecto. Estudos te\u00f3ricos mostram que meia-vida do sevoflurano na atmosfera \u00e9 de 1,5 anos, do isoflurano por volta de 3,5 anos e do desflurano, mais de 10 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda que o isoflurano e o sevoflurano exer\u00e7am alguma a\u00e7\u00e3o no aquecimento global, isso n\u00e3o \u00e9 motivo de banimento no seu uso. O ideal \u00e9 o uso racional dos anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios, utilizando baixos fluxos de gases frescos, equipamentos de qualidade e, sempre utilizarmos protocolos balanceados ou mesmo varia\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas, para diminuir esse poss\u00edvel impacto.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Read also about:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/ventilacao-mecanica1\/\">Ventila\u00e7\u00e3o Mec\u00e2nica 1 \u2013 Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico #17<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/circuitos-anestesicos\/\">Anesthetic Systems - Anesthesia Unravelled #15<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/basico\/tiva-anestesia-total-intravenosa-anestesia-e-o-basico-14\/\">TIVA \u2013 Anestesia Total Intravenosa \u2013 Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico #14<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><em>Find out more:<\/em><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1521689603902710\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Burm AGL. Ocupational hazards of inhalational anaesthetics. <em>Best Pract Res Clin Anaesth<\/em>. 17:147-161, 2003<\/a>.<br>&#8211; Carregaro AB, Luna SPL. Farmacologia dos anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios. In: Barros CM; Di Stasi LC. Farmacologia Veterin\u00e1ria. 1ed.Manole, 2012, 43-52.<br>&#8211; <a href=\"http:\/\/10.1093\/bja\/82.1.66\" class=\"rank-math-link\">Langbein et al. Volatile anaesthetics and the atmosphere: atmosphere lifetimes and atmospheric effects of halothane, enflurane, isoflurane, desflurane and sevoflurane. <em>Brit J Anaesth<\/em>. 82:66-73, 1999.<\/a><br>&#8211; <a href=\"http:\/\/10.0.9.156\/ajvr.70.11.1339\">Lopez et al. Comparison of recovery from anesthesia with isoflurane, sevoflurane, or desflurane in healthy dogs. Am J Vet Res. 70:1339-1344.<\/a><br>&#8211; <a href=\"https:\/\/journals.lww.com\/anesthesia-analgesia\/fulltext\/2010\/07000\/global_warming_potential_of_inhaled_anesthetics_.21.aspx\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ryan SM, Nielsen CJ. Global warming potential of inhaled anesthetics: Application to clinical use. <em>Anesth Analg<\/em>. 111:92-98, 2010.<\/a><br>&#8211; Soares JHN. Anestesia Inalat\u00f3ria. In: Luna SPL, Carregaro, AB. Anestesia e Analgesia de Equideos, Ruminantes e Su\u00ednos. 481-509, 2019.<br>&#8211; Steffey et al. Inhalation Anesthetics. In: Grimm et al. Lumb &amp; Jones&#8217; Veterinary Anesthesia. 5th ed. 297-331, 2015.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? Share!<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde Thomas Green Morton, a anestesia inalat\u00f3ria vem sendo uma das principais t\u00e9cnicas anest\u00e9sicas utilizadas, seja na medicina ou na veterin\u00e1ria. Ela tem uma caracter\u00edstica \u00fanica, que \u00e9 a de ser administrada exclusivamente por via pulmonar e tamb\u00e9m de ser eliminadas basicamente pela mesma via. Como vantagens&#8230;<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":2070,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"video","meta":{"give_campaign_id":0,"colormag_page_layout":"default_layout","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2,1],"tags":[21,27,618,580,615,616,14,612,610,55,620,36,609,604,613,617,614,603,605,619,364,611,606,608,607],"class_list":["post-1330","post","type-post","status-publish","format-video","has-post-thumbnail","hentry","category-video-aulas","category-basico","tag-adriano-carregaro","tag-anestesia-e-o-basico","tag-anestesia-general-en-perros","tag-anestesia-inalatoria","tag-anestesia-inalatoria-em-caes","tag-anestesia-por-gases","tag-anestesia-veterinaria","tag-anestesia-volatil","tag-anestesicos-inalatorios","tag-anestesiologia-veterinaria-2","tag-cam","tag-fzea-usp","tag-gases-anestesicos","tag-halotano","tag-inalatorios","tag-inhalant-anesthesia","tag-isoflurane-anesthesia","tag-isoflurano","tag-isoflurano-cam","tag-mac","tag-nave-anestesia","tag-sevoflurane-anesthesia","tag-sevoflurano","tag-sevoflurano-x-isoflurano","tag-toxicidade-anestesica","post_format-post-format-video"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/inalato%CC%81ria-novo.jpg?fit=1920%2C1080&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1330","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1330"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1330\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3424,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1330\/revisions\/3424"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2070"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1330"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1330"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1330"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}