{"id":1186,"date":"2020-09-28T18:49:14","date_gmt":"2020-09-28T21:49:14","guid":{"rendered":"http:\/\/nave.vet.br\/?p=1186"},"modified":"2024-03-02T16:35:34","modified_gmt":"2024-03-02T19:35:34","slug":"planos-anestesicos-em-caes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/procedimentos\/planos-anestesicos-em-caes\/","title":{"rendered":"Planos Anest\u00e9sicos em C\u00e3es"},"content":{"rendered":"<div id=\"advads-3545041348\" class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"margin-bottom: 30px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><div class=\"advads-antes-do-post advads-entity-placement\" style=\"text-align: center;\" id=\"advads-3183718593\"><div id=\"advads-255084090\"><a href=\"https:\/\/vetnar.com.br\/pos\/\" aria-label=\"Banner Vetnar &#8211; pos\"><img src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Banner-Vetnar-pos.gif?fit=1000%2C137&#038;ssl=1\" alt=\"\"  width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"COMO avaliar a PROFUNDIDADE ANEST\u00c9SICA em C\u00c3ES\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rVL5LPDWd7A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1 tripulantes do NAVE, tudo bem? Nesse v\u00eddeo mostramos como caracterizar os planos anest\u00e9sicos em c\u00e3es. Ele complementa a video-aula &#8220;<a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/webseries\/basico\/monitoracao-anestesica-anestesia-e-o-basico-13\/\" class=\"rank-math-link\">Monitora\u00e7\u00e3o Anest\u00e9sica<\/a>&#8220;, do Curso Anestesia \u00e9 o B\u00e1sico.<\/p>\n\n\n\n<p>A anestesia geral promove depress\u00e3o do SNC e h\u00e1 v\u00e1rios sinais que caracterizam cada Est\u00e1gio. Esses est\u00e1gios foram primeiramente determinados pelo m\u00e9dico do exercito americano <a href=\"https:\/\/www.woodlibrarymuseum.org\/library\/pdf\/WLMREP_4_04.pdf\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Arthur Ernest Guedel<\/a>. Ele desenvolveu uma habilidade \u00fanica em determinar cada plano anest\u00e9sico da anestesia geral que, naquela \u00e9poca, era basicamente realizada com \u00e9ter.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, durante a I Guerra Mundial, ele foi o principal anestesista do ex\u00e9rcito americano e precisava ir em v\u00e1rios hospitais de campanha, localizados na regi\u00e3o de Vosgos, Fran\u00e7a, pra ensinar o corpo cl\u00ednico a reconhecer um paciente em anestesia adequada. Ent\u00e3o, ele visitava seis hospitais, todos os dias, com sua moto (<em>t\u00f4 tentando descobrir o modelo at\u00e9 hoje&#8230;<\/em>), para supervisionar os colegas. Por isso, ficou conhecido como &#8220;O Anestesista Motoqueiro&#8221;.<\/p><div id=\"advads-3783341438\" class=\"advads-adsense-in-article advads-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-9687921986569993\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block; text-align:center;\" data-ad-client=\"ca-pub-9687921986569993\" \ndata-ad-slot=\"1211285291\" \ndata-ad-layout=\"in-article\"\ndata-ad-format=\"fluid\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Ele dividiu as fases da anestesia em 4 Est\u00e1gios, sendo que o terceiro foi subdividido em 4 planos. Eles foram baseados nas caracter\u00edsticas cardiorrespirat\u00f3rias, reflexos protetores, posicionamento de globo ocular, tamanho de pupilas, saliva\u00e7\u00e3o e miorrelaxamento:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"628\" height=\"567\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Guedels-chart.png?resize=628%2C567\" alt=\"\" class=\"wp-image-1193\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Guedels-chart.png?w=628&amp;ssl=1 628w, https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Guedels-chart.png?resize=300%2C271&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 628px) 100vw, 628px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Est\u00e1gios e Planos Anest\u00e9sicos, segundo Arthur Guedel. Fonte: www.woodlibrarymuseum.org\/library\/pdf\/WLMREP_4_04.pdf<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"estagio-i\">Est\u00e1gio I<\/h4>\n\n\n\n<p>Vai desde o estado de alerta at\u00e9 a perda da consci\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"estagio-ii\">Est\u00e1gio II <\/h4>\n\n\n\n<p>Conhecido como est\u00e1gio de del\u00edrio. O paciente est\u00e1 inconsciente, mas apresenta movimentos involunt\u00e1rios, reflexo de tosse, taquicardia e taquipneia.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"estagio-iii\">Est\u00e1gio III<\/h4>\n\n\n\n<p>Chamado de est\u00e1gio cir\u00fargico. Para melhor classificar o paciente nesse est\u00e1gio, ele \u00e9 subdividido em 4 planos: <\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Plano 1<\/strong>: Nesse plano cessam os movimentos volunt\u00e1rios mas ainda h\u00e1 miorrelaxamento insuficiente, manuten\u00e7\u00e3o dos reflexos protetores (laringotraqueal, palpebral e interdigital), poss\u00edvel taquicardia e taquipneia, saliva\u00e7\u00e3o e globo ocular centralizado, com nistagmo e em midr\u00edase. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Plano 2<\/strong>: \u00c9 considerado um dos planos cir\u00fargicos. H\u00e1 perda do reflexo laringotraqueal e interdigital, mas reflexo palpebral e corneal presentes. J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 taquicardia e a respira\u00e7\u00e3o j\u00e1 fica compassada, com padr\u00e3o toracoabdominal. O globo ocular est\u00e1 rotacionado. <\/p>\n\n\n<div id=\"advads-489621024\"><a href=\"https:\/\/www.sdamed.com\/\" aria-label=\"Banner-SDAMed NAVE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/nave.vet.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Banner-SDAMed-NAVE-1.gif?fit=496%2C68&#038;ssl=1\" alt=\"\"  width=\"1000\" height=\"137\"   \/><\/a><\/div>\n\n\n<p><strong>&#8211; Plano 3<\/strong>: Tamb\u00e9m considerado como plano cir\u00fargico, mas um pouco mais profundo. H\u00e1 perda de reflexo palpebral e corneal discreto. H\u00e1 bradicardia discreta e bradpneia. Pode ocorrer hipotens\u00e3o discreta. A respira\u00e7\u00e3o ganha padr\u00e3o adbominotor\u00e1cico. O globo ocular pode estar centralizado. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Plano 4<\/strong>: Considerado plano de anestesia inadequado pois o paciente j\u00e1 est\u00e1 profundo na anestesia. H\u00e1 perda de todos os reflexos protetores, globo ocular centralizado e pupilas em midr\u00edase, apneia, bradicardia e hipotens\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"estagio-iv\">Est\u00e1gio IV<\/h4>\n\n\n\n<p>O est\u00e1gio 4 \u00e9 o momento iminente de morte, com choque bulbar. H\u00e1 sobredose anest\u00e9sica, com colapso vasomotor, pupilas em midr\u00edase, apneia, bradicardia intensa, hipotens\u00e3o consider\u00e1vel. Assim, os pacientes devem ser mantidos em anestesia geral nos planos 2 ou 3.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Atualmente a caracteriza\u00e7\u00e3o dos planos anest\u00e9sicos \u00e9 mais flex\u00edvel e s\u00e3o divididos como: <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"plano-superficial\">Plano Superficial <\/h4>\n\n\n\n<p>Animal apresenta manuten\u00e7\u00e3o dos reflexos protetores, miorrelaxamento insuficiente, globo ocular centralizado, em midr\u00edase, podendo apresentar nistagmo. Podem ser observadas taquicardia, hipertens\u00e3o e taquipneia. A respira\u00e7\u00e3o tem padr\u00e3o toracolombar. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"plano-adequado\">Plano Adequado <\/h4>\n\n\n\n<p>Animal apresenta perda de reflexos interdigital e laringotraqueal e talvez palpebral, mas o corneal est\u00e1 presente. O globo ocular est\u00e1 rotacionado e com pupilas em miose. Observa-se FC adequada, FR adequada e discreta diminui\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial. O miorrelaxamento \u00e9 adequado. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"plano-profundo\">Plano Profundo<\/h4>\n\n\n\n<p>Animal apresenta perda de todos os reflexos protetores (interdigital, laringotraqueal, palpebral, corneal), globo ocular centralizado e em midr\u00edase, bradicardia, hipotens\u00e3o, bradpneia ou at\u00e9 apneia. <\/p>\n\n\n\n<p>Os padr\u00f5es na anestesia geral veterin\u00e1ria seguem praticamente os mesmos determinados em humanos, com algumas poucas diferen\u00e7as entre as esp\u00e9cies. Por exemplo, os equinos e felinos tendem a medializar o globo ocular ao inv\u00e9s de rotacionarem totalmente, como nos c\u00e3es. Os ruminantes mant\u00e9m saliva\u00e7\u00e3o, mesmo em planos mais profundos de anestesia. \u00c9 importante lembrar que essa caracteriza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 aplic\u00e1vel na <a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/webseries\/basico\/anestesia-dissociativa-anestesia-e-o-basico-11\/\" class=\"rank-math-link\">anestesia dissociativa<\/a>, pois essa modalidade n\u00e3o promove anestesia geral, ou seja, n\u00e3o h\u00e1 depress\u00e3o generalizada do c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja detalhadamente as caracter\u00edsticas de cada um dos planos anest\u00e9sicos em c\u00e3es <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=rVL5LPDWd7A\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">assistindo ao v\u00eddeo<\/a>!<\/p>\n\n\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Read also about:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/procedimentos\/arteriopuncao-em-caes\/\">Arteriopun\u00e7\u00e3o para press\u00e3o arterial invasiva em c\u00e3es<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/ecg-na-anestesia\/\">ECG in Anesthesia - NAVE Waves #4<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/nave.vet.br\/en\/video-aulas\/naveondas\/oximetria-de-pulso\/\">Oximetria de pulso (Onda Pletismogr\u00e1fica) \u2013 NAVE Ondas #2<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">Find out more:<br>\u2013 Carregaro AB, Silva ANE. Monitora\u00e7\u00e3o Anest\u00e9sica. In: Luna SPL, Carregaro, AB. <em>Anestesia e Analgesia de Equideos, Ruminantes e Su\u00ednos<\/em>. 247-280, 2019.<br>\u2013 Massone F. Planos Anest\u00e9sicos. In: ___&nbsp;<em>Anestesiologia Veterin\u00e1ria &#8211; Farmacologia e T\u00e9cnicas<\/em>. 6a ed. Editora Guanabara Koogan, 2011. p.33-38.<br>\u2013 Nunes N. Monitora\u00e7\u00e3o da Anestesia. In:&nbsp;Fantoni DT, Cortopassi SRG.&nbsp;<em>Anestesia em C\u00e3es e Gatos<\/em>. 2a ed. Editora Rocca, 2010. p. 83-101.<br>\u2013 Taylor PM, Clarke KW. Monitora\u00e7\u00e3o. In: ___&nbsp;<em>Manual de Anestesia em Equinos<\/em>. 2a ed. Editora MedVet, 2009. p. 87-104.<br>&#8211; Wakley T. <a class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/www.woodlibrarymuseum.org\/ebooks\/item\/167\/the-history-of-anesthesiology-reprint-series:-part-4--signs-and-stages-of-anesthesia.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The History of Anesthesiology Reprint Series: Part 4 Signs and Stages of Anesthesia<\/a>, 1974.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Suggestions? Thoughts? Comments? Share!<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesse v\u00eddeo mostramos como caracterizar os planos anest\u00e9sicos em c\u00e3es. A anestesia geral promove depress\u00e3o do SNC e h\u00e1 v\u00e1rios sinais que caracterizam cada Est\u00e1gio. Esses est\u00e1gios foram primeiramente determinados pelo m\u00e9dico do exercito americano Arthur Ernest Guedel. 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